Previsão de preço do Bitcoin em US$ 230 mil e índice do dólar atingindo mínima em 4 anos

O Bitcoin tem oscilado dentro de uma faixa estreita em torno de US$ 88.000, a moeda digital caiu 10% em relação à sua máxima anual. Enquanto o Bitcoin enfrentava pressão, o ouro atingiu uma máxima histórica e o Índice do Dólar Americano (DXY) caiu para o menor nível em quatro anos. O cenário macroeconômico adiciona ainda mais complexidade, com os compradores avaliando a possibilidade de uma paralisação do governo dos EUA.tere uma dívida nacional crescente.

Apesar dessas incertezas, o Bitcoin conseguiu se manter acima do seu importante nível de suporte de US$ 85.000, o que gerou especulações sobre se ele poderia iniciar um movimento de longo prazo em direção a US$ 230.000 nos próximos meses.

Bitcoin se consolida em meio à fraqueza do dólar e à incerteza macroeconômica.

A mínima de quatro anos do DXY reflete as crescentes preocupações com a estabilidade do governo e a sustentabilidade fiscal. De acordo com dados da Polymarket, as chances de um fechamento do governo dos EUA ter a taxa de desemprego subiu para 80% em meio a tensões em torno da política de imigração e do financiamento do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA) e da Patrulha da Fronteira. Além disso, a dívida pública continua a aumentar, ultrapassando agora os 38 trilhões de dólares, com o CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, alertando que essa trajetória é insustentável.

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Fonte: X

Apesar da fraqueza do dólar, que normalmente beneficia o BTC, o Bitcoin não reagiu com uma alta significativa. Em vez disso, permaneceu oscilando entre US$ 83.000 e US$ 88.500. Essa dissociação das correlações macroeconômicas tradicionais intrigou alguns compradores, especialmente porque o ouro atingiu recordes históricos durante o mesmo período. No entanto, analistas observam que o Bitcoin ainda está formando mínimas mais altas — com suporte acima de US$ 86.400 — e pode buscar níveis de resistência em torno de US$ 89.800 a US$ 90.400 se o ímpeto aumentar.

Um padrão de cunha descendente está surgindo no gráfico diário, frequentemente considerado uma configuração de reversão. Além disso, uma tripla divergência de alta no On-Balance Volume (OBV) indica acumulação, mesmo durante pequenas quedas de preço. O OBV monitora se o volume sustenta a tendência de preço. Quando o volume aumenta à medida que os preços se estabilizam ou caem, isso pode sinalizar demanda subjacente.

As métricas on-chain sugerem estresse, mas não pânico.

A relação preço-atividade realizada (RPLR) caiu abaixo de 1. Essa métrica compara o preço realizado do Bitcoin com a liquidez das moedas transacionadas. Uma queda abaixo de 1 já foi associada a estresse de mercado de curto prazo, como visto em meados de 2022, quando o Bitcoin se aproximou de seu preço realizado de$ 22.000 – $ 24.000.

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Embora o RPLR por si só não garanta uma queda, ele é frequentemente usado para avaliar se os detentores de longo prazo estão sob pressão. Analistas alertam que, se o Bitcoin não conseguir se manter acima de US$ 85.000, poderá revisitar o nível de US$ 83.000, que atuou como suporte no início do mês. No entanto, os compradores continuam entrando nesses níveis, o que pode oferecer uma base para a próxima alta — possivelmente em direção à meta de US$ 230.000 projetada para este ciclo.

A projeção de um “superciclo” permanece especulativa, embora alguns participantes do mercado vejam semelhanças estruturais com ciclos de alta anteriores. A possibilidade de acumulação sustentada em torno dos níveis atuais corrobora essa tese — especialmente com a próxima redução pela metade do valor das ações a menos de 3 anos de distância.

Minotaurus (MTAUR) atrai compradores em meio à rotação do mercado

Enquanto o Bitcoin se mantém estável, novas altcoins estão atraindo cada vez mais atenção. Uma das mais discutidas é Minotaurus (MTAUR), um token de jogos baseado em blockchain na Binance Smart Chain. Ele combina jogabilidade casual, bônus NFT e utilidade dentro do jogo, oferecendo aos jogadores uma maneira de obter e gastar tokens dentro do ecossistema.

Quem comprou MTAUR no início de dezembro, quando estava cotado a 0,00004 USDT viu o token valorizar em todas as etapas, estando atualmente cotado a 0,00012648 USDT, e a próxima etapa, a 6ª, terá o preço de 0,00014 USDT. Essa tendência não diminuiu. Até o momento, mais de 3,06 milhões de USDT foram arrecadados durante a pré-venda.

O relatório de Prova de Ativos da Coinsult confirma que a carteira de pré-venda da MTAUR (0xc6c0BB…) não teve transações de saída durante todo o período de pré-venda de 549 dias. Na última verificação (18 de dezembro de 2025), a carteira continha US$ 2.727.183,89 em ativos on-chain. Isso é publicamente verificável, o que garante que os fundos do projeto estão intactos e não foram usados ​​para marketing inicial ou pagamento de salários.

Em seguida, Minotaurus (MTAUR) continua a emergir como a melhor criptomoeda para comprar por menos de 1 USDT. O projeto lançou um Fundo de incentivo de 100.000 USDT para os primeiros compradores durante a pré-venda. O prêmio principal de 50.000 USDT será concedido ao maior comprador individual, e outros 99 participantes também receberão um bônus. Não perca esta nova criptomoeda com grande potencial.

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Bruno Costa
Bruno Costahttps://bruno-costa.com
Bruno Costa ingressou no jornalismo cripto quando o DeFi ainda era um experimento de nicho e, desde então, tornou-se uma das principais vozes brasileiras na cobertura de finanças descentralizadas e ativos digitais. Atualmente atua como Senior Content Manager na Starkware.co, uma empresa de PR e marketing focada em DeFi, NFTs e crescimento de comunidades Web3. Seu trabalho frequentemente explora como as economias de tokens podem impulsionar a inclusão financeira no país, conectando a adoção de blockchain à realidade local. Ele é Certified Bitcoin Professional (CBP), credenciado pelo CryptoCurrency Certification Consortium (C4). Graduado em Jornalismo pela Universidade Europeia, Bruno aprofundou sua expertise com formações como o curso DAO Fundamentals (EDU Trainings) e o Web3 Solidity Bootcamp (Metana). Sua cobertura inclui adoção de DeFi em mercados emergentes, cultura NFT na América Latina e análises de UX em aplicações descentralizadas. Entre suas principais competências estão reportagem investigativa, análise do mercado cripto, construção de narrativa e estratégia de conteúdo. No Brasil, o público o conhece por portais como Cointimes.com.br, onde é colaborador regular, além de suas reportagens investigativas que revelaram golpes no setor DeFi. Uma de suas séries chegou a contribuir para alertas regulatórios e maior fiscalização por parte da CVM. Seu guia sobre stablecoins alcançou mais de 50 mil leitores e foi referenciado por três grupos acadêmicos de pesquisa, enquanto sua consultoria para uma carteira DeFi ajudou a redesenhar o conteúdo de onboarding e atraiu mais de 10 mil novos usuários. Bruno já foi citado pelo Valor Econômico, fez coberturas presenciais na São Paulo NFT Expo e no Rio Blockchain Meetup, e participou de grandes eventos como a SP Tech Week e a Blockchain Conference Brasil, onde discutiu temas sobre regulação do DeFi, UX e inovação. Curioso e criativo, com um forte foco em conectar tecnologia e cultura, ele costuma lembrar colegas e leitores de que “Journalism should empower readers with clarity in a world full of crypto hype and misinformation.” Disclaimer: Todo o conteúdo aqui apresentado diz respeito a temas de criptomoedas, blockchain e Web3 e possui caráter exclusivamente informativo e educacional. Não constitui aconselhamento financeiro, de investimento ou jurídico. As análises refletem a experiência e a pesquisa pessoal do autor. O nome do autor é utilizado como pseudônimo. Sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar decisões no ecossistema cripto.

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