Em ranking de lucro com criptomoedas, Brasil é o 15º, veja a lista

Na lista, disponível abaixo, outro país que chama atenção é a China, em quinto lugar. Embora o país tenha banido as criptomoedas por completo em seu território, fica claro que não há como banir as criptomoedas.

Mundo com diversas criptomoedas.
Mundo com diversas criptomoedas.

Em seu último relatório, publicado nesta quarta-feira (20), a empresa de análise de dados Chainalysis mostra quais países mais lucraram com criptomoedas em 2021. Embora o Brasil seja o quinto maior em volume, o país ocupa a 15.ª posição, atrás de países como China, Ucrânia e Itália.

Já no topo da lista estão os Estados Unidos, com um montante quase seis vezes maiores que o segundo colocado, o Reino Unido. Completando o top 5 estão a Alemanha, considerado como o país mais amigável às criptomoedas, o Japão e, surpreendentemente, a China, país que baniu as criptomoedas.

Indo além, o relatório aponta que os ganhos realizados em 2021 foram 5 vezes maiores do que em 2020, US$ 162,7 bilhões contra US$ 32,5 bilhões, respectivamente. Quanto as moedas, o Ethereum (ETH) foi o maior responsável pelos ganhos, seguido de perto pelo Bitcoin (BTC).

Lista de países com maiores realizações de lucros

Embora seja difícil obter números precisos, a Chainalysis afirma que sua metodologia consegue entregar boas estimativas sobre os ganhos realizados por cada país, graças às suas diversas ferramentas de análise.

Com isso, a Chainalysis coloca o Brasil na 15.ª colocação com ganhos de 2,5 bilhões de dólares (R$ 11,5 bi). Entretanto, o destaque fica para os EUA, com US$ 47 bilhões (R$ 217 bi), cerca de 18 vezes mais do que nosso país.

Na lista, disponível abaixo, outro país que chama atenção é a China, em quinto lugar. Embora o país tenha banido as criptomoedas por completo em seu território, fica claro que não há como banir as criptomoedas.

  1. EUA — US$ 46.954.638.766
  2. Reino Unido — US$ 8.161.548.998
  3. Alemanha — US$ 5.829.638.284
  4. Japão — US$ 5.511.199.143
  5. China — US$ 5.060.631.966
  6. Turquia — US$ 4.544.945.615
  7. Rússia — US$ 4.291.979.527
  8. França — US$ 4.081.240.823
  9. Coreia do Sul — US$ 3.928.424.850
  10. Canadá — US$ 3.789.469.769
  11. Espanha — US$ 3.399.637.920
  12. Países Baixos — US$ 3.230.017.293
  13. Ucrânia — US$ 2.771.195.403
  14. Itália — US$ 2.643.718.090
  15. Brasil — US$ 2.562.486.970
  16. Vietnã — US$ 2.383.632.265
  17. Austrália — US$ 2.104.885.544
  18. Suíça — US$ 1.970.444.159
  19. Republica Tcheca — US$ 1.939.793.990
  20. Argentina — US$ 1.866.558.029

Por fim, embora os EUA sejam líderes disparadamente, o estudo mostra que as criptomoedas são uma tendência global. Além disso, os ganhos realizados em 2021 — avaliados em US$ 162 bi (R$ 750 bi) — foram 5 vezes maiores do que do ano anterior.

Ethereum (ETH) vs Bitcoin (BTC)

Outro destaque do relatório é quais criptomoedas foram responsáveis por estes ganhos. Embora o Bitcoin tenha uma capitalização de mercado duas vezes maior do que a do Ethereum, foi este último quem liderou os ganhos.

Dos 162 bilhões de dólares mencionados acima, US$ 76,3 bilhões referem-se a ganhos com Ethereum (ETH), enquanto US$ 74,7 bilhões foram frutos de investimentos em Bitcoin (BTC). O país mais longe desta média é o Japão, onde o BTC segue dominante.

Ganhos realizados por país, separado por criptomoedas. Fonte: Chainalysis.

Já outras moedas, como Dogecoin (DOGE), Ripple (XRP), Litecoin (LTC) e algumas do setor de DeFi, representam percentuais bem baixos em relação às duas maiores. Portanto, o Bitcoin segue como um ouro e o Ethereum como prata, enquanto as outras lutam para sobreviver.

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Henrique Kalashnikov
Formado em desenvolvimento web há mais de 20 anos, Henrique Kalashnikov encontrou-se com o Bitcoin em 2016 e desde então está desvendando seus pormenores. Tradutor de mais de 100 documentos sobre criptomoedas alternativas, também já teve uma pequena fazenda de mineração com mais de 50 placas de vídeo. Atualmente segue acompanhando as tendências do setor, usando seu conhecimento para entregar bons conteúdos aos leitores do Livecoins.

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