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Tether diz que colabora com Brasil após anunciar US$ 450 milhões congelados em USDT

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A unidade T3 Financial Crime Unit bloqueou mais de US$ 450 milhões em fundos ligados a fraudes com criptomoedas. O anúncio oficial sobre a restrição destes saldos ocorreu na quinta-feira (14) pelas empresas fundadoras do sistema de controle.

Desta forma as corporações Tether e TRON unem forças com a empresa TRM Labs para asfixiar os lucros de gangues financeiras. O esforço foca em paralisar repasses oriundos de ataques contra corretoras e coibir o fluxo de patrocínio ao terrorismo.

Além disso o agrupamento ajuda de modo direto em investigações de crimes violentos com histórico de sequestros e extorsões sob ameaça.

Bloqueios de criptomoedas fecham cerco contra atividades ilícitas

A iniciativa interceptou uma quantia superior ao ano anterior na tentativa de secar o caixa de operações das organizações clandestinas. Polícias de países como Estados Unidos e Alemanha lideram as abordagens táticas para travar os fluxos financeiros fora da lei.

Essa ação preventiva de rastreio freia o avanço das fraudes muito antes do momento de fuga com o capital roubado. A Força-Tarefa de Ação Financeira (FATF) atestou os resultados práticos da unidade privada como um recurso útil para os governos.

Contudo o volume global de desvios pelas redes atingiu o pico de US$ 158 bilhões em transações sem o amparo legal.

Operação policial no Brasil trava dinheiro de gangues

As ferramentas de vigilância bloqueiam o uso ilícito da moeda USDT hospedada nas entranhas da rede TRON. A equipe consegue paralisar os valores em vinte e quatro horas após o acionamento direto expedido pelas forças de segurança pública.

O Brasil surge no relatório de cooperação global com a Operação Lusocoin deflagrada e comandada pela Polícia Federal. Os agentes policiais brasileiros travaram mais de R$ 3 bilhões em criptoativos ligados aos infratores indiciados nas apurações da justiça e contou com colaboração até da corretora Binance.

A quantia retida engloba milhões em saldo de USDT atrelados aos cofres da quadrilha enraizada no território local.

O executivo da Tether Paolo Ardoino afirmou em nota que a conformidade com leis atua para afastar atores maliciosos das plataformas de negociação. Ardoino comanda a emissora do token pareado ao dólar e promete expansão contínua nas ações contra atitudes fora do regulamento.

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Gustavo Bertolucci

Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.

Autor:
Gustavo Bertolucci