Time de eSports ‘TSM’ fecha parceria com corretora cripto FTX

A brasileira"Mayumi" é membra oficial da equipe, encarregada de realizar streamings em nome da TSM.

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O TSM, um conhecido time norte-americano de eSports que compete em diferentes ligas de diferentes jogos, anunciou que fechou uma parceria com o a corretora de criptomoedas de Hong Kong, FTX. Com a nova parceria, a organização vendeu os direitos de nome e vai ser chamada de TSM FTX pelos próximos 10 anos.

De acordo com informações do Globo Esporte, a negociação pelos direitos do nome foram concluídas por US$ 210 milhões (cerca de R$ 1 bilhão), valor que será pago “à prazo” durante os 10 anos de parceria formada entre as duas organizações.

Segundo as informações, a parceria foi feita após o fundador e CEO da TSM, Andy “Reginald”, procurar o diretor da FTX nas redes sociais para discutir a possibilidade de uma parceria.

“Pegar uma grande indústria e colocar na era digital, isso é o que os esports estão fazendo com o esporte tradicional, e é meio o que as criptomoedas estão fazendo com investimentos e finanças.” disse Sam Bankman-Fried, diretor da FTX.

Segundo Andy, a parceria vai permitir que o TSM ofereça mais vantagens aos seus membros, além de atrair grandes jogadores, melhorar salários e poder embarcar em outras modalidades e novos jogos. De acordo com ele, a parceria também vai permitir que o time abra escritórios de organização na China, Europa e na América do Sul.

Agora o nome da corretora e também parte da sua identidade visual carrega o nome da parceira ligada ao criptomercado. Com o logo já exibindo o nome FTX, ajudando também a aumentar visibilidade da corretora dentro do setor do criptomercado.

O dirigente do time também acredita que esse é um ponto importante para o time conseguir alcançar novos caminhos no futuro.

O TSM é um time conhecido de eSports e que, apesar de atuar no mercado norte-americano, conta até com uma brasileira entre os seus criadores de conteúdo. A Mayumi é membra oficial da equipe, encarregada de realizar streamings em nome da TSM.

Já a FTX é relativamente menos conhecida aqui no Brasil, até mesmo entre as corretoras que estão disponíveis por aqui, mas tem certa relevância no exterior, principalmente no mercado asiático.

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Matheus Henrique
Fã do Bitcoin e defensor de um futuro descentralizado. Cursou Ciência da Computação, formado em Técnico de Computação e nunca deixou de acompanhar as novas tecnologias disponíveis no mercado. Interessado no Bitcoin, na blockchain e nos avanços da descentralização e seus casos de uso.

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