Censura: Maior rede social da China bane contas da Binance, Huobi e OKEx

Apesar de a gigante rede social não ter revelado os motivos que levaram a suspenção das contas, a comunidade de criptomoedas sempre ativa especulou com alguns motivos possíveis.

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A maior rede social da China censurou as contas de algumas das maiores corretoras de criptomoedas do mundo. O Weibo é visto como uma mistura de Twitter e Facebook.

De acordo com o jornalista Colin Wu, as contas das corretoras Binance, Huobi e OKEx foram suspensas da rede social. Nas contas das empresas agora é exibida uma mensagem dizendo que elas foram excluídas devido à “violação das leis e regulamentos da rede social”, mas nenhuma informação específica foi fornecida.

A rede social pode bloquear contas por iniciativa própria e por decisão do governo chinês. O fato de ela ter banido apenas contas de empresas que trabalham com criptomoedas, sugere que pode ser o início de uma censura contra criptomoedas no país.

Cidadãos agindo contra a desvalorização da moeda chinesa (Renminbi) ao adotar o Bitcoin e USDT podem ter levado o governo chinês a buscar soluções alternativas.

Na China, as pessoas podem receber uma quantidade muito limitada de moeda estrangeira no âmbito do controle de capitais. Por esse motivo, o país, que proibiu as criptomoedas em 2017, agora pode querer impedir que grandes investidores negociem nessas corretoras.

O Weibo não divulgou a natureza precisa das suspenções, que ocorrem em um momento intrigante em que a empresa de tecnologia Meitu anunciou ter comprado 380 bitcoins e 15.000 Ethers.

Censura?

Apesar de a gigante rede social não ter revelado os motivos que levaram a suspenção das contas, a comunidade de criptomoedas sempre ativa especulou com alguns motivos possíveis.

Um deles chama a atenção, embora possa parecer um tanto distante à primeira vista – a moeda digital do banco central chinês.

O Banco Popular da China é indiscutivelmente o mais avançado em termos de lançamento de uma moeda digital nacional. A nação mais populosa do mundo lançou aplicativos, realizou vários testes e milhares de transações.

Tendo em mente a proibição oficial do Bitcoin na China e seu desejo de manter o controle sobre o sistema financeiro, pode ser inteiramente possível que o país exija que as empresas locais proíbam atividades relacionadas à criptomoedas, atividades que, por natureza, são projetadas para trazer de volta o controle para o pessoas.

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