Site que registra mortes do Bitcoin passa 2025 zerado e comunidade brinca: “morreu”

Bitcoin passa "ileso" de morrer em 2025, mostrando que a crescente adoção tem legalizado sua imagem e diminuído críticas

Após anos morrendo desde sua criação em 2009, o bitcoin alcançou em 2025 um marco histórico até então, sem registrar mortes públicas registradas no site Bitcoin Obituaries, mantido pela 99bitcoins.

Desde o seu início, o Bitcoin foi chamado de “morto” diversas vezes por céticos, levando a previsões de seu fim. Nosso site Bitcoin Obituaries rastreia cada caso em que o Bitcoin foi declarado “morto” por críticos (que podem ter usado nosso gerador de obituários de Bitcoin). Essas alegações geralmente surgem durante quedas de mercado ou desafios regulatórios, mas o Bitcoin se recupera consistentemente, demonstrando sua resiliência. Embora alguns pensassem que não duraria, o mundo do dinheiro digital continua vivo e forte. Então, o Bitcoin já morreu?“, diz o site em sua apresentação.

A observação de que o bitcoin não registrou nenhuma morte, contudo, partiu do entusiasta Jameson Loop, que levantou um total de zero registros de mortes. “Descansem em paz, obituários do Bitcoin!“, brincou ele pelo X nesta sexta-feira (2).

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Bitcoin enfrentou um ano difícil no preço em 2025, mas nem tudo está perdido

Quem investe em bitcoin desde 2025 não tem muito o que comemorar, afinal a moeda despencou 7% de valor em relação ao Dólar no período, fechando cotada US$ 87 mil por unidade. Desde a alta histórica a queda é ainda maior, com uma desvalorização de 28% desde outubro, quando o preço atingiu US$ 126 mil por unidade.

Em relação ao Real brasileiro que também desvalorizou frente ao Dólar, o bitcoin perdeu 18% em 2025. A desvalorização massiva poderia ter atraído muitas críticas e chamadas de morte para a moeda digital, mas outro movimento afastou olhares pessimistas.

Isso porque, mesmo com a queda o bitcoin passou a constar como um dos ativos estratégicos de várias empresas de Bitcoin Treasury e gestoras de ETFs, como a gigante BlackRock. Assim, compradores institucionais passaram a adquirir com frequência BTC para suas posições, atendendo investidores do mercado tradicional.

Além disso, países começaram a prestar maior atenção na possibilidade de comprar bitcoin, ou mesmo não vender os bitcoins apreendidos, como tramita um projeto de lei no Brasil. Enquanto o gráfico mostrava queda expressiva, empresas e governos se posicionavam no mercado com aquisições bilionárias por dia.

Ao que tudo indica, 2026 começa com a possibilidade de ser mais um ano sem registros de mortes do bitcoin, com expectativa dos investidores para os novos investidores que devem chegar no espaço.

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Gustavo Bertolucci
Gustavo Bertoluccihttps://github.com/gusbertol
Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.
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