Bitcoin está na cabeça do brasileiro? País lidera buscas no mundo!

Países ocidentais são maximalistas!

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Já não é surpresa que os preços do Bitcoin dispararam em 2019, algo que muitos esperavam ansiosos. Além disso, as pesquisas na web sobre o assunto acompanhou o crescimento dos preços. Cada vez mais o Bitcoin está na cabeça do brasileiro, que pode ver no real uma moeda cada vez mais fraca.

Fato é que o Bitcoin (BTC) foi criado no ano de 2009, com 10 anos completos em 2019. Entretanto, o Real é uma moeda também nova e que começou em 1994, ou seja, 25 aninhos. Comparações a parte da idade, o que o Bitcoin fez em seus primeiros dez anos, já coloca o Real no chinelo.

Bitcoin está na cabeça do brasileiro? País é destaque nas buscas

Em uma nova pesquisa realizada pela Consensys, os países ocidentais são em grande parte maximalistas de Bitcoin. Isso porque, dentre vários temas analisados, as maiores buscas foram por “Bitcoin”. A Consensys informou que isso é um fator que pode ser consciente ou inconsciente no momento da busca.

A pesquisa analisou os termos de busca “Ethereum”, “Blockchain”, “Bitcoin” e “Criptomoedas”. Certamente chamou atenção que mais de 67% das buscas no Canadá, Suécia, EUA, Reino Unido, Venezuela, Austrália, França e Nigéria foram para a palavra “Bitcoin”. Entretanto, o que ninguém esperava é que o país tupiniquim fosse o maior curioso do tema, sendo o Brasil responsável por 88% de domínio de busca por Bitcoin.

A correlação de buscas na web com o preço do Bitcoin é alvo de estudos desde 2017. Esse novo levantamento certamente enriquece o debate ao trazer mais elementos.

Consensys analisou também países orientais.

A Consensys realizou também um levantamento de dados dos países orientais. Por lá, as buscas foram mais equilibradas entre os termos.

No Japão, por exemplo, apenas 28% das pesquisas foram para o BTC. Além disso, 30% foram para Ethereum, e 39% foram para blockchain, enquanto os restantes 3% foram para criptomoeda.

Fonte: consensys

A Consensys aponta que a marca Bitcoin é forte no mundo, mas nos países orientais o tema amplo é estudado. Essa empresa é próxima da comunidade Ethereum (ETH), e acompanha o mercado de criptomoedas em seus estudos.

Finalmente, o estudo não considerou dados da China. Recentemente, o Livecoins apontou que no país as pesquisas haviam crescido no Baidu, principal motor de busca chinês.

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Gustavo Bertoluccihttps://github.com/gusbertol
Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.
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