
(Foto/MJSP)
O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) debateu ações conjuntas contra delitos transnacionais nesta última terça-feira (16), quando a pasta federal organizou um encontro com representantes da Organização dos Estados Americanos (OEA) para alinhar táticas de defesa conjuntas.
Wellington Lima comanda a equipe ministerial do governo e liderou as conversas oficiais nas dependências de Brasília.
O ministro recebeu secretários de Estado e o gestor Ivan Marques para debater o cenário de segurança multidimensional no continente.
A reunião oficial fez parte da agenda do Programa Brasil Contra o Crime Organizado em andamento no país.
Esse projeto executivo do MJSP busca ampliar a força de resposta das polícias contra as quadrilhas transnacionais.
As autoridades estatais debateram diversas saídas jurídicas para aplicar uma asfixia financeira sistêmica nos criminosos, incluindo criptomoedas.
Além disso, o grupo planeja aumentar o volume de bloqueios de bens e rastrear armas em toda a região.
Dirigentes da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (SENAD) marcaram presença no evento na capital federal.
Marta Machado chefia a unidade e defendeu uma articulação técnica com os países vizinhos.
Marques ressaltou a natureza sem fronteiras das facções criminosas nos dias atuais. Desta forma, o membro da OEA cobrou um papel de liderança do governo brasileiro nessa frente de batalha cibernética.
A Secretaria Nacional de Justiça (SENAJUS) também participou de forma ativa das mesas de discussões sobre o assunto.
Maria Rosa Loula dirige a divisão governamental e comentou sobre os desafios impostos pelas inovações das finanças na internet.
Loula citou a urgência de uma coordenação estrangeira para conter os abusos de criminosos com as criptomoedas.
Esse tipo de transação exige respostas rápidas e conectadas para evitar a ocultação dos fundos irregulares.
O encontro reuniu diversas outras figuras de comando do sistema de segurança nacional e controle de fronteiras.
Chico Lucas e André Garcia marcaram presença nos debates ao lado do secretário Ricardo Morishita.
Os membros do comitê planejam uma nova rodada de conversas com a presença confirmada de agentes da Interpol.
O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) também fará parte do próximo painel de soluções integradas.
Esse fórum ampliado buscará soluções práticas para garantir o intercâmbio constante de dados de inteligência policial.
O financiamento de iniciativas de defesa vai ajudar as tropas locais na execução das ordens de bloqueio.