Brasileiros vencem competição blockchain de combate ao COVID-19

Três brasileiros integraram equipe internacional que disputou duas competições!

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Immuno Lynk é aplicativo feito com blockchain por brasileiros
Immuno Lynk é aplicativo feito com blockchain por brasileiros - Reprodução/GitHub
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O mundo busca maneiras de combater o COVID-19, que já deixa no Brasil um rastro de mais que 65 mil mortes. Com todo esse cenário, alguns brasileiros estiveram ocupados com essa luta internacional e venceram uma competição que envolvia a criação de soluções com blockchain e inteligência artificial para combater o novo coronavírus.

Ainda sem cura, mas com vários experimentos em andamento, a doença COVID-19 está no centro das atenções em 2020. Com várias empresas farmacêuticas, centros de pesquisas, entre outros, correndo para achar uma cura, a comunidade de tecnologia também procura fazer sua parte.

Para incentivar soluções nesse combate, duas competições internacionais foram criadas recentemente. Uma delas, a Planet Wide SOS Hackathon, buscou soluções para a cura do COVID-19 e para o mundo pós-coronavírus. Três brasileiros integraram a equipe que venceu essa competição.

Brasileiros que disputaram competição internacional foram vencedores, era necessário usar blockchain e inteligência artificial

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A luta é séria e não pode parar, com o mundo todo aguardando uma cura para o temido COVID-19. Todos os setores se uniram em prol dessa causa, a classe médica, pesquisadores e o setor de tecnologia segue fazendo sua parte.

Para incentivar soluções, duas competições de tecnologia aconteceram recentemente, a Planet Wide SOS Hackathon e a COVIDathon – Decentralized AI Hackathon. Ambas competições exigiam soluções tecnológicas dos participantes, para ajudar no combate ao novo coronavírus.

Três estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foram os brasileiros que participaram das duas competições. A competição blockchain Planet Wide SOS Hackathon foi vencida pela equipe que tinha os brasileiros, com o projeto Immuno Lynk. Um dos juízes deste evento foi Vitalik Buterin, cofundador da criptomoeda Ethereum.

Já na competição COVIDathon – Decentralized AI Hackathon, entretanto, os brasileiros ficaram na segunda posição. O Immuno Lynk é uma extensão de projeto que já havia ganhado outra competição no Vale do Silício, no evento Hackathon Lumiata Covid-19 Global AI.

Aplicativo ajuda trabalhadores da área da saúde e gestores de hospitais

Participaram Ruan Comelli, mestrando em Engenharia Mecânica da UFSC, e os alunos de graduação em Engenharia Eletrônica Kauê Cano e Matheus Tosta. A equipe internacional que eles participaram foi composta com membros de oito países diferentes.

O aplicativo Immuno Lynk é aberto para os interessados em conhecer mais a base de código do projeto. No GitHub do aplicativo, é possível ver que ele utiliza a blockchain para registrar os testes de COVID-19.

Depois disso, uma aplicação de deep learning verifica se a imagem do teste é positiva ou negativa. Dessa forma, os testes realizados em pacientes com suspeita da doença podem sair mais rápido, além de serem registrados com mais segurança.

“Os testes são fotografados e processados por uma rede neural convolucional, que é capaz de interpretar os resultados tão bem quanto médicos treinados. Tanto os questionários quanto os testes são processados por modelos de inteligência artificial desenvolvidos pela equipe. Como saída desse processamento, o usuário obtém uma estimativa de quando ele deve fazer um novo teste, bem como uma avaliação da sua imunidade” afirmou Ruan

A solução pode ser adaptada para várias instituições, afirmou Ruan, um de seus criadores. Além disso, permite ser utilizada em quaisquer outras pandemias que certamente virão pela frente, ou seja, já se preocupa com o futuro pós-covid.

Com o uso da tecnologia blockchain, o aplicativo de fato garante privacidade e segurança dos dados salvos, garantindo confiança em processos de tomada de decisões.

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Gustavo Bertolucci
Gustavo Bertoluccihttps://github.com/gusbertol
Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.

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