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Campo Grande se torna primeira capital brasileira a oficializar título de Polo de Inovação em Blockchain

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A Prefeitura de Campo Grande sancionou oficialmente a legislação que reconhece o município como o primeiro Polo de Inovação em Blockchain e Economia Digital do Brasil. A proposta, de autoria dos vereadores Maicon Nogueira e Ronilço Guerreiro, estabelece diretrizes para o fomento tecnológico e a atração de novos investimentos para a capital de Mato Grosso do Sul.

Segundo os autores em nota pública, a medida “cria as bases para atrair empresas de tecnologia, fortalecer o ecossistema de startups e abrir novas oportunidades para empreendedores”.

O documento oficializa o protagonismo do município na adoção de soluções digitais modernas e na estruturação de um ecossistema de inovação robusto. A aprovação em regime de urgência demonstra o interesse da Câmara Municipal em posicionar a cidade na vanguarda das tecnologias descentralizadas que fundamentam ativos como o bitcoin.

Com a sanção, a lei entra em vigor para transformar a capital em um centro de referência nacional para negócios da Web3.

A iniciativa busca ainda gerar empregos qualificados para a população local por meio do incentivo ao surgimento de novas empresas de base tecnológica.

O texto legal destaca que a tecnologia blockchain (sistema de registro seguro e imutável) possui utilidade direta na modernização de processos públicos e na garantia da segurança de dados.

Incentivos fiscais em Campo Grande e modernização administrativa no setor digital com a tecnologia blockchain

A nova lei autoriza a administração municipal a conceder benefícios econômicos e tributários para instituições que operam com a tecnologia de registros distribuídos.

O foco recai sobre empresas que desenvolvem soluções baseadas em blockchain, o que garante maior competitividade à região no cenário de inovação.

Tais incentivos dependem do cumprimento de contrapartidas sociais, ambientais e de desenvolvimento tecnológico por parte das companhias beneficiadas.

Além dos estímulos financeiros, a legislação prevê a adoção gradual de ferramentas digitais imutáveis nos serviços públicos municipais.

O objetivo central busca elevar os padrões de transparência e eficiência na gestão da prefeitura, otimizando o atendimento direto ao cidadão. A imutabilidade da rede protege a integridade das informações críticas contra adulterações.

Profissionais e acadêmicos que já utilizam a infraestrutura descentralizada em Campo Grande ganham agora um respaldo institucional inédito no país.

Com o reconhecimento legal, a cidade espera consolidar sua posição como um ambiente moderno e seguro para o trânsito de capitais da nova economia digital.

Criação do Conselho Municipal de Inovação Digital

A estrutura administrativa da cidade recebe o reforço do inédito Conselho Municipal de Inovação Digital. Este novo órgão possui a atribuição de propor políticas públicas específicas e monitorar as ações de integração entre o setor público e a sociedade civil.

O conselho funcionará como um mediador estratégico para manter o ecossistema atualizado frente às rápidas mudanças do mercado tecnológico.

O grupo de conselheiros deve atuar como uma ponte entre o setor produtivo, as universidades e o poder público em busca de sinergia.

A intenção das autoridades envolve o fomento a pesquisas acadêmicas avançadas na área de criptografia e redes de dados. Essa colaboração visa preparar a mão de obra local para lidar com as novas dinâmicas financeiras globais.

A sanção da lei representa um passo decisivo para o fortalecimento da tecnologia em Mato Grosso do Sul. Os legisladores acreditam que a agenda prepara a capital para os desafios econômicos dos próximos anos sob a necessária segurança jurídica para investidores.

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Bruno Costa

Bruno Costa ingressou no jornalismo cripto quando o DeFi ainda era um experimento de nicho e, desde então, tornou-se uma das principais vozes brasileiras na cobertura de finanças descentralizadas e ativos digitais. Atualmente atua como Senior Content Manager na Starkware.co, uma empresa de PR e marketing focada em DeFi, NFTs e crescimento de comunidades Web3. Seu trabalho frequentemente explora como as economias de tokens podem impulsionar a inclusão financeira no país, conectando a adoção de blockchain à realidade local. Ele é Certified Bitcoin Professional (CBP), credenciado pelo CryptoCurrency Certification Consortium (C4). Graduado em Jornalismo pela Universidade Europeia, Bruno aprofundou sua expertise com formações como o curso DAO Fundamentals (EDU Trainings) e o Web3 Solidity Bootcamp (Metana). Sua cobertura inclui adoção de DeFi em mercados emergentes, cultura NFT na América Latina e análises de UX em aplicações descentralizadas. Entre suas principais competências estão reportagem investigativa, análise do mercado cripto, construção de narrativa e estratégia de conteúdo. No Brasil, o público o conhece por portais como Cointimes.com.br, onde é colaborador regular, além de suas reportagens investigativas que revelaram golpes no setor DeFi. Uma de suas séries chegou a contribuir para alertas regulatórios e maior fiscalização por parte da CVM. Seu guia sobre stablecoins alcançou mais de 50 mil leitores e foi referenciado por três grupos acadêmicos de pesquisa, enquanto sua consultoria para uma carteira DeFi ajudou a redesenhar o conteúdo de onboarding e atraiu mais de 10 mil novos usuários. Bruno já foi citado pelo Valor Econômico, fez coberturas presenciais na São Paulo NFT Expo e no Rio Blockchain Meetup, e participou de grandes eventos como a SP Tech Week e a Blockchain Conference Brasil, onde discutiu temas sobre regulação do DeFi, UX e inovação. Curioso e criativo, com um forte foco em conectar tecnologia e cultura, ele costuma lembrar colegas e leitores de que “Journalism should empower readers with clarity in a world full of crypto hype and misinformation.” Disclaimer: Todo o conteúdo aqui apresentado diz respeito a temas de criptomoedas, blockchain e Web3 e possui caráter exclusivamente informativo e educacional. Não constitui aconselhamento financeiro, de investimento ou jurídico. As análises refletem a experiência e a pesquisa pessoal do autor. O nome do autor é utilizado como pseudônimo. Sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar decisões no ecossistema cripto.

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Autor:
Bruno Costa
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