Cerca de U$ 1 Bilhão roubado em ataques hackers

Recentemente um estudo apontou que houve no Brasil vários casos de fraudes com Cartão de Crédito, e agora vem a tona um estudo relacionado a criptomoedas no cenário internacional.

Não é comum detectar ameaças em meio ao mercado das criptomoedas, mas a culpa não é das mesmas, e sim da forma que as pessoas utilizam para transações e para fraudes em terceiros.

Mediante isso, o relatório apontado pelo Ciphertrace analisou os hacks envolvendo o mercado e expondo seu relatório quantitativo trimestral.

De acordo com o mesmo, o ambiente desregulamentado das moedas digitais favorecem os hackers, que em 97% dos roubos utilizaram criptos frutos de hacks em exchanges desregulamentadas ou com regulamentação fraca.

O relatório aponta ainda os hacks levantados no Q3 de 2018, que se destacam os seguintes:

  • Bithumb: A sul coreana teve U$ 30 milhões levados
  • Bancor: No início de Julho teve U$ 23.5 milhões levados
  • Geth: Uma plataforma que teve U$ 20 milhões em Ethereum levados
  • Coinrail: A exchange teve U$ 40 milhões em altcoins levadas
  • Bitcoin Gold: Um ataque de 51% levou cerca de U$ 18 milhões
  • Zaif: A exchange teve U$ 60 milhões levados de sua operação no início de setembro
  • Taylor: A plataforma de trade teve US 1.35 milhões levados em um ataque

O relatório ainda levantou que a regulamentação em vários países tiveram atividade notável, e foram citados Bermuda, Malta, Canadá, Japão, México, Coréia do Sul, Coréia do Norte, Arábia Saudita e EUA.

A empresa que produziu o relatório é a CipherTrace, que produz estudos especializados de soluções inteligentes para blockchain, bitcoin forense e ainda sobre lavagem de dinheiro com criptomoedas. Esse estudo é realizado por trimestre, e o que se leu anteriormente foi apenas dados levantados no Q3.

O fascinante do estudo neste ponto, é a qualidade dos dados observados na blockchain, que é totalmente transparente e permite que tal acompanhamento seja realizado a fim de encontrar falhas de seguranças e assimetrias de informação.

Para acessar os outros estudos acesse o site oficial e conheça mais sobre a empresa.