Recorde de fraudes com cartões de crédito

Fraudes no mundo digital

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As criptomoedas são acusadas diariamente por ser um meio de transações envolto em golpes e fraudes, mas há dados que mostram outras faces desse problema.

Há quem diga inclusive que as criptomoedas são pirâmides financeiras e esquemas fraudulentos, mas quem conhece o mercado sabe que não é bem assim.

Na realidade, as criptomoedas fazem com que as pessoas se tornem seus próprios bancos, e assim devem cuidar da sua própria segurança, se a vigilância for fraca, ocorrerá golpes, mas com os devidos cuidados as chances de fraudes é reduzida drasticamente.

Na realidade, dizer que o ambiente online é seguro não faz sentido, desde que nos conectamos temos que tomar cuidados, bancos e operadoras de créditos são hackeadas no mundo todo diariamente.

No Brasil foi feito um levantamento, com início em 2017, sobre fraudes com cartões de crédito, o número entre Janeiro de 2018 e Agosto do mesmo ano foi de 920 mil fraudes.

Não há ainda a possibilidade de comparação com outros anos visto que o início do estudo é recente, mas há indícios que tais fraudes estejam em crescimento exponencial.

Quando um atacante utiliza da chama engenharia social para roubar as pessoas, informações financeiras normalmente são os alvos, como por exemplo a moda atual do “Golpe do Motoboy” que anda fazendo com que várias pessoas sejam lesadas.

Uma coisa é certa, a internet está em estado de guerra, e tomar os devidos cuidados ajudam as pessoas a minimizarem o risco de se tornarem um alvo.

Além disso, recentemente um grupo de Facebook sofreu ataques hackers e ficou fora do ar, por motivos políticos, e isso mostra o quanto o ambiente deve ser utilizado com cautela.

Cabe o destaque que fraudes com cartões são normalmente de difícil resolução, e o ônus pode ficar com a vítima, semelhante ao mercado das criptomoedas, visto que sem entidades reguladoras e centralizadas não há com quem reclamar caso a chave privada seja perdida.

A diferença está na segurança das operações, por vezes privada e que com as criptos os bancos de dados são decentralizados, portanto muito mais difíceis de serem atacados.

Na dúvida, um lema é certo: Não confie, Verifique!

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Gustavo Bertoluccihttps://github.com/gusbertol
Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.
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