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Chile quer regulamentar criptomoedas e fintechs

Senta que lá vem o estado!

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Chile quer regulamentar criptomoedas e fintechs

De acordo com um jornal local de notícias chileno, o Ahoranoticias, o Chile quer regulamentar criptomoedas e fintechs. As soluções têm chamado atenção de bancos e Bancos Centrais de vários países, que temem não pegar uma fatia da inovação que está a ser construída.

Dito isso, as fintechs são um setor de inovação tecnológica ligada às finanças que tem tirado clientes de bancos tradicionais. Além disso, muitas já estão antenadas nas criptomoedas para tentar aprimorar seus serviços.

No Brasil, por exemplo, o Nubank é uma fintech em crescimento, que a comunidade pede que faça adesão a essa modalidade descentralizada. A legislação do país, entretanto, pode travar uma inovação neste sentido.

Regulamentação pode ser atraso para inovação

A SEC, órgão responsável pela regulamentação de ativos nos Estados Unidos acha atraso regulamentar as criptomoedas. De acordo com a analista Heister Peirce as inovações devem crescer livremente.

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Entretanto, no Chile o cenário não é o mesmo. O ministro Felipe Larraín afirmou que a regulamentação irá analisar o modelo de negócios das empresas.

Para Felipe, “a regulamentação irá aplicar medidas proporcionais analisando o tipo dos serviços prestados pelas plataformas”. Além disso, afirmou que “essas medidas são para proteger usuários e o mercado financeiro do país”.

Cenário no Chile ainda é tranquilo, mas pode mudar com regulamentação

O Chile é um país que não é desfavorável para as criptomoedas. Por lá, o Bitcoin (BTC) e demais moedas digitais ainda não são ilegais.

Porém, o país está de olho no crescimento de operações de criptomoedas. O Ministro da Fazenda Felipe Larraín disse que uma regulamentação pode proteger o mercado.

“Uma regulamentação protegeria o mercado contra lavagem de dinheiro, financiamento do terrorismo, por exemplo”.

Muitos países que tem anunciado uma regulamentação para o mercado das criptomoedas estão alinhados em sua falácia. Isso porque o financiamento do terrorismo, que anda sendo uma das bandeiras dos legisladores, já foi negada por um estudo recente.

O mercado das criptomoedas e fintechs ainda é novo e pode ajudar muito as pessoas a ter facilidades. Entretanto, o caminho tortuoso das regulamentações pode prejudicar o crescimento de inovações necessárias, e finalmente, mais atrapalhar do que ajudar.

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