Corretora de criptomoedas dos gêmeos do Facebook continua demitindo funcionários, diz site

Empresas do mercado cripto seguem sob pressão e demitindo funcionários de várias formas.

Cameron e Tyler Winklevoss, cofundadores da Gemini corretora de criptomoedas
Cameron e Tyler Winklevoss, cofundadores da Gemini

A corretora de criptomoedas Gemini, dos irmãos gêmeos que ficaram bilionários com Bitcoin, segue demitindo seus funcionários. Passando por uma fase difícil, os cortes na empresa começaram em junho de 2022, em um momento delicado do mercado.

Além de demitir parte de seus funcionários, a corretora de criptomoedas também foi processada por uma agência do Governo dos Estados Unidos, que alegou que informações falsas de produtos ofertados a clientes foi compartilhada pela empresa.

Como o mercado de criptomoedas nos EUA não permite ofertas irregulares, o caso é avaliado.

Vale lembrar que a Gemini foi criada pelos irmãos Tyler e Cameron Winklevoss, que ficaram conhecidos no meio cripto por se tornarem os primeiros bilionários publicamente conhecidos do Bitcoin. Além disso, eles ganharam uma fortuna após processarem Mark Zuckerberg, afirmando serem cofundadores do Facebook.

Site diz que corretora de criptomoedas dos gêmeos bilionários segue cortando funcionários

Após uma onda de cortes repentina de 10% de seus funcionários, o TechCrunch conversou com uma fonte anônima, que revelou que a Gemini segue cortando seus colaboradores.

Segundo a fonte, 7% dos colaboradores da empresa que estavam no canal oficial do Slack sumiram na última segunda-feira (18), indicando que uma nova onda de cortes ocorreu na empresa.

Diferente da primeira leva de demissões, a Gemini dessa vez não se posicionou publicamente. Segundo a apuração, é possível que mais funcionários da corretora sejam demitidos em breve, com a justificativa de que essa corretora passa por um momento de extremo corte de custos.

Um documento interno vazado por um funcionário no Blind, uma rede social que permite que funcionários de uma empresa conversem de forma anônima para discutir questões. Em seguida, Cameron Winklevoss disse aos funcionários que tomou conhecimento do vazamento, que indica um novo corte de 15% no quadro de funcionários e criticou o responsável pela ação.

De qualquer forma, o caso mostra que a corretora, regulada nos EUA para ofertar negociações de Bitcoin, passa por uma situação delicada. Procurada pelo TechCrunch, eles não comentaram a nova onda de demissões.

Mais demissões no mercado cripto

Neste mês de julho, ainda sob pressão com quedas no preço das principais plataformas de criptomoedas diminuindo o volume de negociações, várias demissões ocorreram nos últimos dias.

Uma empresa que rescindiu contratos com a OpenSea, maior marketplace de NFTs do mundo, que encerrou o vínculo com 20% de sua força laboral.

Além dessa, a plataforma BlockFi também demitiu 20% de seus funcionários há um mês e, agora, em julho, abriu um programa de demissão voluntário, com 10 semanas de licença remunerada e mais 10 semanas de cobertura de planos de saúde, para tentar reduzir ainda mais o quadro.

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Gustavo Bertoluccihttps://github.com/gusbertol
Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.

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