Dívida Nacional dos EUA ultrapassa US$20 trilhões enquanto Bitcoin se fortalece

Após a queda de 45% no dia 12 de março, aos poucos o bitcoin voltou a se recuperar

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A atual crise relacionada à pandemia do coronavírus vem escancarando todas as brechas que o sistema financeiro tradicional possui. O mais recente exemplo disso é que a dívida nacional dos EUA ultrapassou o valor de US$24 trilhões, com um aumento de US$8 trilhões desde março de 2019, de acordo com dados do Departamento de Tesouro dos EUA.

A dívida nacional dos EUA aumentou consideravelmente durante esse atual período de crise, com o FED imprimindo US$2,2 trilhões para ajudar pessoas e negócios a lidar com o atual momento.

Analistas afirmam que a pandemia tem causado um número muito grande de desempregados nos EUA e toda a economia sofreu um grande impacto. No entanto, muitos acreditam que a crise vai muito além da pandemia e que, mesmo sem o vírus, a economia global chegaria e em resultados parecidos.

Changpeng Zhao, CEO da Binance, disse no blog oficial da Binance que:

“O coronavírus é apenas um gatilho e não a causa da crise.”

Alguns analistas acreditam que as ações do Fed podem fazer com que a dívida aumente em US$9 trilhões até o final do ano, ou cerca de 40% do PIB dos EUA.

Especialistas que foram entrevistados pelo Financial Times acreditam que essa é uma estimativa conservadora. Krishna Guha, vice-presidente a Evercore ISI, disse que espera que o aumento anual da dívida seja de US$12 trilhões até o meio do ano.  

Enquanto isso o Bitcoin se fortalece

Maior moeda virtual, Bitcoin
Maior moeda virtual, Bitcoin

Não é segredo que o Bitcoin também sofreu com a atual crise. Enquanto ele começou o ano em um excelente momentum, chegando até mesmo a atingir a casa dos US$10 mil, quando a crise se agravou o preço despencou para próximo de US$4.500.

Essa movimentação foi usada por muita gente para mostrar que o Bitcoin não funciona como reserva de valor e que era inferior ao ouro. Porém, enquanto a economia tradicional continua sofrendo, o BTC voltou as e recuperar, muito além de seu preço.

Após a queda mais acentuada, no dia 12 de março, aos poucos o BTC voltou a se recuperar, recentemente voltando à casa dos US$7.100. Após essa última alta, tivemos um período de negociação lateral, indo no caminho dos US$7.500, mesmo que aos poucos.

Enquanto as transações diminuíram nesses últimos dias, ainda estão longe de estagnar. Não apenas isso, mas a hashrate da moeda também vem aumentando consideravelmente.

Mike Novogratz, CEO da Galaxy Digital, disse ao CNBC que a “orgia de impressão de dinheiro” poderia beneficiar o Bitcoin.

“Talvez seja necessário [Impressão de dinheiro], mas em algum momento o feitiço acaba se voltando contra o feiticeiro, então eu acredito que os ativos sólidos serão a grande jogada.”

E Mike não é o único que acredita que o Bitcoin terá o seu momento de brilhar durante essa crise.

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Matheus Henrique
Fã do Bitcoin e defensor de um futuro descentralizado. Cursou Ciência da Computação, formado em Técnico de Computação e nunca deixou de acompanhar as novas tecnologias disponíveis no mercado. Interessado no Bitcoin, na blockchain e nos avanços da descentralização e seus casos de uso.
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