ETFs registram entrada diária de US$ 471,3 milhões, maior nível desde fevereiro

Em detalhes, foram US$ 181,9 milhões pelo IBIT da BlackRock, US$ 147,3 milhões pelo FBTC da Fidelity, US$ 118,8 milhões pelo ARKB da Ark Invest, dentre outros aportes menores em fundos de outras gestoras

Os ETFs de Bitcoin registraram entradas de US$ 471,3 milhões nesta segunda-feira (6). Este foi o maior nível desde o dia 25 de fevereiro, há 41 dias.

O próprio Bitcoin voltou a ficar acima dos US$ 70.000 por um breve momento, mas opera na faixa dos US$ 68.500 no momento desta redação após um breve recuo.

A atenção dos investidores continua voltada para os conflitos no Oriente Médio. Embora Donald Trump tenha afirmado que o Irã estava buscando um cessar-fogo, hoje o presidente americano disse em suas redes sociais que “uma civilização inteira morrerá esta noite”.

🛡️Aprenda a proteger seus bitcoins sem depender de terceiros. 👉 Treinamento de auto custódia. 🟠Receba consultoria em Bitcoin com os maiores especialistas do mercado.

ETFs de Bitcoin registram forte demanda

Os dois primeiros anos dos ETFs de Bitcoin ajudaram a impulsionar o preço da criptomoeda. No entanto, os fundos registraram saídas de US$ 6,4 bilhões entre novembro e fevereiro.

O ciclo foi interrompido com entradas de US$ 1,3 bilhão em março e a demanda continua em abril.

Cerca de US$ 471,3 milhões foram comprados nesta segunda-feira (6), o maior nível diário dos últimos 41 dias.

ETFs de Bitcoin registraram entradas de US$ 471,3 milhões nesta segunda-feira (6). Fonte: SoSoValue.
ETFs de Bitcoin registraram entradas de US$ 471,3 milhões nesta segunda-feira (6). Fonte: SoSoValue.

Em detalhes, foram US$ 181,9 milhões pelo IBIT da BlackRock, US$ 147,3 milhões pelo FBTC da Fidelity, US$ 118,8 milhões pelo ARKB da Ark Invest, dentre outros aportes menores em fundos de outras gestoras.

Os dados mostram uma demanda geral do mercado e não um grande aporte feito por um único cliente.

Bitcoin segue volátil enquanto mercado acompanha desenrolar do conflito no Oriente Médio

Embora o Bitcoin tenha ultrapassado os US$ 70.000 nesta segunda-feira (6), a criptomoeda recuou para os US$ 68.500 nesta manhã.

O temor do mercado está ligado à alta do preço do petróleo devido aos conflitos no Oriente Médio, o que pode fazer a inflação disparar e, por fim, forçar bancos centrais a frearem a economia.

Novas falas de Donald Trump sugerem uma escalada do conflito.

“Uma civilização inteira morrerá esta noite e nunca mais poderá ser trazida de volta. Não quero que isso aconteça, mas provavelmente vai acontecer.”

“No entanto, agora que temos uma mudança de regime completa e total, em que mentes diferentes, mais inteligentes e menos radicalizadas prevalecem, talvez algo revolucionariamente maravilhoso possa acontecer, quem sabe? Vamos descobrir esta noite, um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo. Quarenta e sete anos de extorsão, corrupção e morte finalmente chegarão ao fim. Que Deus abençoe o grande povo do Irã!”, escreveu Trump em suas redes sociais.

Trump promete dar continuidade à guerra com novos ataques. Fonte: Truth Social.
Trump promete dar continuidade à guerra com novos ataques. Fonte: Truth Social.

Na prática, o mercado enxerga uma cadeia direta entre o avanço do conflito no Oriente Médio, a alta do petróleo, a pressão inflacionária e a necessidade de o Fed manter os juros elevados por mais tempo.

As projeções atuais indicam que o primeiro corte só deve ocorrer em dezembro de 2027, um cenário que tende a limitar o apetite por risco no curto prazo e pode pressionar tanto o preço do Bitcoin quanto a demanda pelos ETFs, seguindo o ciclo de quatro anos.

Ganhe um bônus de R$ 100 de boas vindas. Crie a sua conta na melhor corretora de criptomoedas feita para Traders Profissionais. Acesse: bybit.com

👉Entre no nosso grupo do WhatsApp ou Telegram| Siga também no Facebook, Twitter, Instagram, YouTube e Google News.

Henrique HK
Henrique HKhttps://github.com/sabotag3x
Formado em desenvolvimento web há mais de 20 anos, Henrique Kalashnikov encontrou-se com o Bitcoin em 2016 e desde então está desvendando seus pormenores. Tradutor de mais de 100 documentos sobre criptomoedas alternativas, também já teve uma pequena fazenda de mineração com mais de 50 placas de vídeo. Atualmente segue acompanhando as tendências do setor, usando seu conhecimento para entregar bons conteúdos aos leitores do Livecoins.

Últimas notícias