CEO do JPMorgan diz que não apoia o Bitcoin

O CEO do JPMorgan não está interessado e nem mesmo acredita no potencial do Bitcoin, mas a demanda dos clientes fez com que o banco criasse soluções para oferecer investimento no setor.

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O banco JPMorgan Chase, um dos mais famosos do mundo, vai lançar um fundo de Bitcoin para seus clientes no segundo semestre deste ano. Isso fez com que muita gente acreditasse que o CEO da empresa, Jamie Dimon, mudou de ideia em relação ao ativo digital, mas recentemente ele afirmou que ainda é um cético em relação ao futuro da moeda digital e que não tem nenhum interesse no Bitcoin.

Em uma recente entrevista ao Wall Street Journal, Dimon afirmou que ainda não é um grande apoiador do Bitcoin e seus fundamento.

“Eu não sou um apoiador do Bitcoin. Eu não ligo para o Bitcoin e não tenho nenhum interesse nele (…) A Blockchain é real, nós usamos ela. Mas as pessoas precisam se lembrar que uma moeda deve ser apoiada pela autoridade fiscal de um país, pelas leis e por um banco central.”

Dimon disse também que enquanto ele não tem nenhum interesse no Bitcoin, os clientes do banco estão interessadas na moeda digital.

Como o JPMorgan tende a oferecer o que os seus clientes pedem, o envolvimento com o Bitcoin é algo que viria cedo ou tarde.

“Por outro lado, os clientes estão interessados, e eu não falo para os clientes o que eles podem ou não fazer.”

JPMorgan e Bitcoin

De um lado o CEO do JPMorgan não está interessado e nem mesmo acredita no potencial do Bitcoin, do outro, a demanda dos clientes fez com que o banco criasse soluções para oferecer investimento no setor.

Ou seja, o poder centralizado da diretoria do banco até poderia brigar contra a vontade geral de seu público, mas perderia dinheiro. É um ótimo estudo de um “microuniverso” criado pelo Bitcoin, mesmo dentro do setor tradicional.

A relação do JPMorgan Chase com o criptomercado é algo bem interessante. Como muitas outras instituições o banco foi um dos grandes críticos da criptomoeda em 2017.

Mas recentemente eles passaram a ser mais abertos ao setor, até mesmo incorporando análises técnicas em suas muitas análises. 

Mas claro, muitas vezes a instituição demonstra estar mais preocupada do que “desinteressada” no criptomercado, pedindo até mesmo pressa para que seja desenvolvida uma regulamentação para as criptomoedas.

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Matheus Henrique
Fã do Bitcoin e defensor de um futuro descentralizado. Cursou Ciência da Computação, formado em Técnico de Computação e nunca deixou de acompanhar as novas tecnologias disponíveis no mercado. Interessado no Bitcoin, na blockchain e nos avanços da descentralização e seus casos de uso.

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