League of Legends poderá ter NFT e blockchain própria, aponta documento

Além do League of Legends e do Wild Rift, os jogos Valorant e Legends of Runeterra são outros dois sucessos de público da Riot Games. Desta forma, é possível que a empresa permita que seus 180 milhões de usuários ativos, similar a população do Brasil, participe deste novo mercado.

Jovem jogando League of Legends em notebook.
Jovem jogando League of Legends em notebook.

O League of Legends (LoL), um dos principais jogos do gênero MOBA, poderá receber NFT (tokens não-fungíveis) e até mesmo uma blockchain própria. Tais informações aparecem quase um anós após a Riot Games, produtora do LoL, protocolar um pedido semelhante a outro jogo da empresa, o Wild Rift.

Segundo informações obtidas pelo Livecoins, pedidos de registro de marca mencionam “tokens não fungíveis (NFTs)”, bem como um “software de computador baixável para administração de transações com o uso de tecnologia de blockchain”. Ou seja, é possível que o LoL tenha sua própria blockchain para hospedar tais colecionáveis.

Embora os NFTs e jogos play-to-earn tenham sidos deixados de lado nos últimos meses, acalmando a moda, muitas empresas seguem analisando como aproveitar essas novas tecnologias. Portanto, o pedido mencionado acima mostra que a Riot Games não quer ficar para trás.

NFT e blockchain do League of Legends

Curiosamente, o pedido do League of Legends sobre NFT e blockchain não é um pedido de registro com base em outro internacional (Protocolo de Madri), ou seja, é algo exclusivo do Brasil.

Indo além, o Livecoins encontrou dois pedidos relacionados ao tema no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Ambos concedidos na última terça-feira (10), com validade até 10/05/2032.

“Materiais digitais, a saber, tokens não-fungíveis;”

“Software de coputador baixável para administração de transações com usod e tecnologia de blockchain;”

“Mídia digital baixável, a saber, colecionáveis digitais criados a partir de software com tecnologia blockchain.”

Pedido de registro de marca do League of Legends no INPI.
Pedido de registro de marca do League of Legends no INPI.

“Serviços de verificação de pagamento baseados em blockchain.”

Portanto, além da possibilidade de vermos NFT de League of Legends, sejam estes itens colecionáveis ou usados dentro do próprio jogo, é possível que a Riot Games desenvolva sua própria blockchain. Como comparação, poderá ser como a rede Ronin, da Sky Mavis, que hospeda os NFT do jogo Axie Infinity.

Riot Games pode ser a maior do setor

Além do League of Legends e do Wild Rift, os jogos Valorant e Legends of Runeterra são outros dois sucessos de público da Riot Games. Desta forma, é possível que a empresa permita que seus 180 milhões de usuários ativos, similar a população do Brasil, participe deste novo mercado.

Por ser desenvolvedora de diversos jogos, também é possível imaginar uma maior ligação entre os mesmos. Algo parecido com os tênis virtuais de Stephen Curry, que podem ser usados em mais de um lugar.

Embora a moda dos NFT, metaverso e jogos play-to-earn tenham acalmado, o pedido de registro do League of Legends mostra que as empresas seguem de olho nesta tecnologia, visando melhorar a experiência dos jogadores e, obviamente, lucrar com isso.

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Henrique Kalashnikov
Formado em desenvolvimento web há mais de 20 anos, Henrique Kalashnikov encontrou-se com o Bitcoin em 2016 e desde então está desvendando seus pormenores. Tradutor de mais de 100 documentos sobre criptomoedas alternativas, também já teve uma pequena fazenda de mineração com mais de 50 placas de vídeo. Atualmente segue acompanhando as tendências do setor, usando seu conhecimento para entregar bons conteúdos aos leitores do Livecoins.

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