Máquinas da Coca-Cola na Austrália e Nova Zelândia passam a aceitar criptomoedas

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Em meio a atual pandemia, que ainda se estendo por vários países, incluindo o Brasil, a diminuição do contato com superfícies e ambientes públicos continua sendo uma forma de transmissão. Porém, as criptomoedas parecem estar dando uma solução inteligente e simples para esse problema.

Para diminuir o contato direto com as máquinas de venda de refrigerantes, a Coca-Cola decidiu utilizar tecnologias de criptomoedas para tornar a compra nesses equipamentos mais simples e sem precisa tocar nos botões da máquina.

As informações são do site Beverage Daily, focado em notícias sobre o mundo dos refrigerantes.

A Coca-Cola Amatil, responsável pelo envasamento dos refrigerantes da Coca-Cola na Oceania e partes da Ásia, anunciou que está realizando uma pareceria com a Centrapay, um integrador de soluções digitais, para criar uma solução de pagamentos de refrigerante através de criptomoedas.

As máquinas com esse sistema de pagamento estarão disponíveis na Austrália e Nova Zelândia.  O procedimento vai ser simples, utilizando a integração com a carteira Sylo Smart Wallet o usuário poderá pagar pelos itens sem muita interação com a máquina.

A carteira digital funciona de forma simples em celulares e pode ser encontrada no Google Play e Apple Store.

Mais de 2 mil máquinas aceitaram as criptomoedas

Para que qualquer tecnologia seja bem sucedida, ela precisa ser amplamente aceita.

A Coca-Cola Amatil atende mais de 270 milhões de consumidores na sua área de atuação e é responsável pelo envasamento de demais de 120 marcas e produtos não alcóolicos. De acordo com a notícia, serão mais de 2 mil máquinas de bebidas integradas com a solução da Centrapay.

As máquinas estarão identificadas com um adesivo QR Code que permitirá a integração com o aplicativo de celular. Durante todo o processo, a pessoa só tocará na máquina uma única vez.

Por enquanto, ainda não foi informado quais as criptomoedas serão aceitas, mas sabe-se que outros métodos de pagamento digital também serão aceitos, usando as moedas fiduciárias.

A pandemia da Covid-19 tem abalado consideravelmente várias economias, mas também mudado a rotina de muitos.

Segundo a Centrapay, essa é uma ação para criar um novo futuro para todo o mundo nesse momento e após a pandemia da Covid-19. Jerome Faury, CEO da Centrapay, afirmou que no momento a dificuldade de uso da tecnologia da Web 3 vem por causa da complexidade e barreiras de adoção.

“Nós resolvemos ambos os problemas. Centrapay é pioneira na forma que utilizamos essa nova rede de valores e trazemos benefícios para os consumidores e empresas. E isso vem com o benefício adicional de reduzir o contato físico e lidar com as preocupações de higiene que estamos bem cientes por causa da Covid-19.”

Em meio a atual pandemia, que vem afetando consideravelmente a economia, muitos vem apostando nas criptomoedas como uma forma de enfrentar a recessão e as decisões dos Bancos Centrais.

No entanto, essa tecnologia, como mostrado pela Centrapay pode surgir como uma solução diária para muito além da economia, mas também para a saúde pública.

Matheus Henrique
Matheus Henrique
Fã do Bitcoin e defensor de um futuro descentralizado. Cursou Ciência da Computação, formado em Técnico de Computação e nunca deixou de acompanhar as novas tecnologias disponíveis no mercado. Interessado no Bitcoin, na blockchain e nos avanços da descentralização e seus casos de uso.
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