Os 10 países que mais produzem bitcoin

Sendo um dos pilares fundamentais para a segurança do Bitcoin, a mineração evoluiu muito nos últimos treze anos, passando de um hobby para uma indústria multibilionária. Com alta ou baixa concentração, hoje diversos países abrigam tais equipamentos que produzem bitcoins.

Em seu início, a mineração era feita por processadores comuns, encontrados em qualquer computador. Mais tarde, o cara que comprou duas pizzas por 10.000 bitcoins causou uma disrupção na área, permitindo que placas de vídeo também fossem usadas.

Finalizando este ciclo, chegaram as ASICs, sigla inglesa para Circuito Integrado e Aplicação Específica, melhorando ainda mais a eficiência da produção de bitcoins.

Os países que mais mineram bitcoin

Segundo dados de dezembro de 2021, oferecidos pela Cambridge, a mineração de bitcoin já está espalhada por quase todo o mundo. Tirando a África, todos outros continentes já estão envolvidos nesta atividade.

Mapa de Mineração de Bitcoin. Fonte: CCAF.

Previamente a China dominava o setor antes do banimento das criptomoedas no país, hoje o líder é os EUA. Entretanto, os chineses voltaram a aparecer neste ranking na última análise. Abaixo estão os 10 países que mais produzem bitcoin.

1.º — EUA — 37,8%
2.º — China — 21,1%
3.º — Cazaquistão — 13,2%
4.º — Canadá — 6,5%
5.º — Rússia — 4,7%
6.º — Alemanha — 3,1%
7.º — Malásia — 2,5%
8.º — Irlanda — 2%
9.º — Tailândia — 0,96%
10.º — Noruega — 0,74%

Sendo assim, dos cerca de 900 bitcoins minerados por dia, equivalentes a R$ 105 milhões, 340 deles vão para nos EUA, 190 na China e 119 no Cazaquistão. Embora o Brasil não seja sinônimo de mineração de Bitcoin, nosso país aparece na lista com 0,33% do hashrate global.

As maiores mineradoras de Bitcoin

Segundo estudo do Cointelegraph, realizado em maio deste ano, atualmente a maior mineradora de Bitcoin é a Stronghold, seguida pela Greenidge e pela IrisEnergy. Na lista também estão presentes algumas empresas listadas em bolsas.

Maiores mineradoras de Bitcoin. Fonte: Cointelegraph.

Como também pode ser observado, todas elas estão planejando expansões para os próximos trimestres, o que pode ter causado a venda de bilhões de dólares em BTC nos últimos meses para cobrir tais despesas.

Por fim, o setor também evoluiu muito desde que saiu em massa da China, aumentando o uso de fontes de energia renováveis. Portanto, o futuro destas empresas parece tão competitivo quanto promissor.

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Henrique Kalashnikov
Formado em desenvolvimento web há mais de 20 anos, Henrique Kalashnikov encontrou-se com o Bitcoin em 2016 e desde então está desvendando seus pormenores. Tradutor de mais de 100 documentos sobre criptomoedas alternativas, também já teve uma pequena fazenda de mineração com mais de 50 placas de vídeo. Atualmente segue acompanhando as tendências do setor, usando seu conhecimento para entregar bons conteúdos aos leitores do Livecoins.

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