“Sobrevivencialista raiz não faz trade”, diz Guia do Sobrevivente após queda da prata e bitcoin

Conhecido como Batata, youtuber com 1 milhão de seguidores explicou que o momento de comprar é na baixa

O canal Guia do Sobrevivente publicou uma análise de mercado na segunda-feira (9) sobre o colapso recente nos preços da prata para 64 dólares e do Bitcoin para US$ 61 mil.

O apresentador youtuber conhecido como “Batata” classifica a queda da prata, ouro e do bitcoin como uma manipulação coordenada por grandes bancos e pelo Fed para liquidar posições alavancadas em ETFs e acumular ativos reais na baixa.

Segundo o especialista, investidores de “prata de papel” sofreram prejuízos massivos com a manobra institucional, enquanto detentores do metal físico permanecem imunes à volatilidade artificial dos gráficos.

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Ele alerta que instituições financeiras venderam recibos sem lastro real e derrubaram as cotações propositalmente para cobrir a própria insolvência física diante da escassez industrial do metal.

Em seu vídeo, Batata defende que o verdadeiro sobrevivencialista ignora a variação do preço na referência em Dólar ou outra moeda fiduciária, e foca na posse definitiva do item tangível.

Isso porque, uma onça de prata mantém seu peso e propriedades físicas inalteradas, independentemente se o mercado financeiro estipula uma desvalorização momentânea na tela do computador. O criador de conteúdo reforça a importância de enxergar o ativo como garantia de troca para cenários de colapso sistêmico.

O sobrevivencialista que reúne 1 milhão de seguidores ainda traçou um paralelo direto com o mercado de criptomoedas, ao apontar o pânico vendedor no Bitcoin como outra oportunidade para “baleias” institucionais aumentarem seus estoques.

Grandes fundos como a BlackRock aproveitam o medo do varejo para comprar Bitcoin barato, pois sabem da inevitável recuperação e escassez. Conforme sua visão, “vender agora representa entregar riqueza para quem manipula o sistema financeiro global“.

A farsa dos ETFs e a estratégia de acumulação

O vídeo denuncia os fundos de índice (ETFs) como meros dados digitais sem garantia de entrega do metal precioso em caso de solicitação de resgate. O colapso recente serviu como um mecanismo de defesa para bancos que não possuíam prata suficiente para honrar os contratos vigentes.

Uma suposta quebra de confiança nos derivativos, indicou o brasileiro, força uma corrida pela posse real e pode expor a fragilidade do sistema bancário tradicional e dos produtos financeiros.

O Guia do Sobrevivente orientou sua audiência a aproveitar a queda artificial para adquirir mais unidades físicas e ignorar o ruído do mercado especulativo. A demanda industrial por prata em tecnologias como inteligência artificial e painéis solares garante a valorização futura do ativo, apesar das manobras de curto prazo. Quem possui o metal em mãos detém poder real de negociação e preservação de patrimônio.

A estratégia recomendada envolve a compreensão de que o sobrevivencialismo não busca lucro rápido, mas proteção contra a instabilidade das moedas estatais. O Bitcoin e a prata física compartilham a característica de ativos escassos que bancos centrais tentam controlar com pânico e desinformação.

Assim, Batata indicou em sua live que o investidor deve manter a calma e observar os fundamentos de longo prazo em vez da cotação diária.

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Bruno Costa
Bruno Costahttps://bruno-costa.com
Bruno Costa ingressou no jornalismo cripto quando o DeFi ainda era um experimento de nicho e, desde então, tornou-se uma das principais vozes brasileiras na cobertura de finanças descentralizadas e ativos digitais. Atualmente atua como Senior Content Manager na Starkware.co, uma empresa de PR e marketing focada em DeFi, NFTs e crescimento de comunidades Web3. Seu trabalho frequentemente explora como as economias de tokens podem impulsionar a inclusão financeira no país, conectando a adoção de blockchain à realidade local. Ele é Certified Bitcoin Professional (CBP), credenciado pelo CryptoCurrency Certification Consortium (C4). Graduado em Jornalismo pela Universidade Europeia, Bruno aprofundou sua expertise com formações como o curso DAO Fundamentals (EDU Trainings) e o Web3 Solidity Bootcamp (Metana). Sua cobertura inclui adoção de DeFi em mercados emergentes, cultura NFT na América Latina e análises de UX em aplicações descentralizadas. Entre suas principais competências estão reportagem investigativa, análise do mercado cripto, construção de narrativa e estratégia de conteúdo. No Brasil, o público o conhece por portais como Cointimes.com.br, onde é colaborador regular, além de suas reportagens investigativas que revelaram golpes no setor DeFi. Uma de suas séries chegou a contribuir para alertas regulatórios e maior fiscalização por parte da CVM. Seu guia sobre stablecoins alcançou mais de 50 mil leitores e foi referenciado por três grupos acadêmicos de pesquisa, enquanto sua consultoria para uma carteira DeFi ajudou a redesenhar o conteúdo de onboarding e atraiu mais de 10 mil novos usuários. Bruno já foi citado pelo Valor Econômico, fez coberturas presenciais na São Paulo NFT Expo e no Rio Blockchain Meetup, e participou de grandes eventos como a SP Tech Week e a Blockchain Conference Brasil, onde discutiu temas sobre regulação do DeFi, UX e inovação. Curioso e criativo, com um forte foco em conectar tecnologia e cultura, ele costuma lembrar colegas e leitores de que “Journalism should empower readers with clarity in a world full of crypto hype and misinformation.” Disclaimer: Todo o conteúdo aqui apresentado diz respeito a temas de criptomoedas, blockchain e Web3 e possui caráter exclusivamente informativo e educacional. Não constitui aconselhamento financeiro, de investimento ou jurídico. As análises refletem a experiência e a pesquisa pessoal do autor. O nome do autor é utilizado como pseudônimo. Sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar decisões no ecossistema cripto.

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