Chefe da Fundação Livre Mercado afirma que o Bitcoin protege o dinheiro contra o Estado

"Na África do Sul, políticas estatistas persistentes, intervencionismo econômico e disfunções estatais têm corroído, há muito tempo, a liberdade pessoal e econômica", diz autor de artigo

O chefe da Free Market Foundation (FMF), ou Fundação Livre Mercado na tradução literal, reconheceu a importância que o bitcoin tem na proteção do dinheiro da população da África do Sul contra medidas autoritárias tomadas pelo Estado.

Conforme indicado por David Ansara em seu artigo divulgado no dia 27 de janeiro, a África do Sul retrocedeu muito nas liberdades para a população.

Na África do Sul, políticas estatistas persistentes, intervencionismo econômico e disfunções estatais têm corroído, há muito tempo, a liberdade pessoal e econômica“, indica.

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Como forma de proteção para a população, a FMF tem defendido o uso de ferramentas voluntárias que não utilizam o Estado. Assim, o uso do bitcoin como meio de pagamento caminha como uma solução interessante na visão de Ansara.

O Bitcoin não é apenas um investimento, mas um instrumento prático de moeda à prova de interferência estatal, que separa o dinheiro do Estado e empodera os cidadãos“, diz autor de artigo.

África do Sul sedia evento com empresários interessados em aprender mais sobre adoção de bitcoin e Fundação Livre Mercado

Na sexta-feira (30), a FMF sediou um evento com empresários locais para apresentar a tese de dinheiro do bitcoin. No encontro, o chefe da FMF apresentou seu recente artigo e defendeu uma ampla adoção de uma moeda alternativa a moeda Rand sul-africano.

A resistência do Estado é uma questão de mentalidade. Ao internalizar o controle da situação e aceitar sua capacidade fundamental de serem agentes de mudança, os sul-africanos comuns podem resolver muitos dos problemas que nosso país enfrenta hoje“, disse Ansara no seu artigo.

O artigo identifica ameaças contemporâneas à estabilidade monetária, incluindo os esforços para nacionalizar o Banco Central da África do Sul. Vale lembrar que como membro original dos BRICS, a África do Sul tem estreita relação com um possível projeto de moeda digital entre os países, alternativo ao Dólar.

Além disso, a ameaça sempre presente da inflação, bem como o risco de maior vigilância e controle governamental sobre os sistemas financeiros são pontos que fortalecem a luta por mais bitcoin na economia local.

O Bitcoin é o ‘dinheiro da liberdade’ e, como uma organização que se preocupa em promover e defender a liberdade, vemos um grande potencial no Bitcoin. Sua imutabilidade e estrutura descentralizada o tornam ideal como reserva de valor e proteção contra a desvalorização monetária. Estamos entusiasmados em ver mais sul-africanos usando o Bitcoin para se protegerem da influência do Estado”, conclui Ansara.

Por fim, o líder da FMF ainda gravou uma entrevista sobre o tema que teve sua publicação oficial no YouTube oficial da fundação.

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Bruno Costa
Bruno Costahttps://bruno-costa.com
Bruno Costa ingressou no jornalismo cripto quando o DeFi ainda era um experimento de nicho e, desde então, tornou-se uma das principais vozes brasileiras na cobertura de finanças descentralizadas e ativos digitais. Atualmente atua como Senior Content Manager na Starkware.co, uma empresa de PR e marketing focada em DeFi, NFTs e crescimento de comunidades Web3. Seu trabalho frequentemente explora como as economias de tokens podem impulsionar a inclusão financeira no país, conectando a adoção de blockchain à realidade local. Ele é Certified Bitcoin Professional (CBP), credenciado pelo CryptoCurrency Certification Consortium (C4). Graduado em Jornalismo pela Universidade Europeia, Bruno aprofundou sua expertise com formações como o curso DAO Fundamentals (EDU Trainings) e o Web3 Solidity Bootcamp (Metana). Sua cobertura inclui adoção de DeFi em mercados emergentes, cultura NFT na América Latina e análises de UX em aplicações descentralizadas. Entre suas principais competências estão reportagem investigativa, análise do mercado cripto, construção de narrativa e estratégia de conteúdo. No Brasil, o público o conhece por portais como Cointimes.com.br, onde é colaborador regular, além de suas reportagens investigativas que revelaram golpes no setor DeFi. Uma de suas séries chegou a contribuir para alertas regulatórios e maior fiscalização por parte da CVM. Seu guia sobre stablecoins alcançou mais de 50 mil leitores e foi referenciado por três grupos acadêmicos de pesquisa, enquanto sua consultoria para uma carteira DeFi ajudou a redesenhar o conteúdo de onboarding e atraiu mais de 10 mil novos usuários. Bruno já foi citado pelo Valor Econômico, fez coberturas presenciais na São Paulo NFT Expo e no Rio Blockchain Meetup, e participou de grandes eventos como a SP Tech Week e a Blockchain Conference Brasil, onde discutiu temas sobre regulação do DeFi, UX e inovação. Curioso e criativo, com um forte foco em conectar tecnologia e cultura, ele costuma lembrar colegas e leitores de que “Journalism should empower readers with clarity in a world full of crypto hype and misinformation.” Disclaimer: Todo o conteúdo aqui apresentado diz respeito a temas de criptomoedas, blockchain e Web3 e possui caráter exclusivamente informativo e educacional. Não constitui aconselhamento financeiro, de investimento ou jurídico. As análises refletem a experiência e a pesquisa pessoal do autor. O nome do autor é utilizado como pseudônimo. Sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar decisões no ecossistema cripto.

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