Aceleradora de franquias começa aceitar Bitcoin e Ethereum como pagamento

Taxas de franqueamento serão pagas com as criptomoedas pela primeira vez no país. Meio de pagamento cada vez mais comum no país.

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Criptomoedas Bitcoin e Ethereum
Criptomoedas Bitcoin e Ethereum

A aceleradora de franquias 300 Franchising agora aceita Bitcoin e Ethereum como meio de pagamento. Com a chegada da empresa, o cenário no Brasil continua se mostrando cada vez mais receptivo para as criptomoedas.

Nas últimas semanas várias empresas passaram a aceitar Bitcoin como pagamento em diversos setores. A Getbots, por exemplo, trabalha no setor de criação de chatbots e tem grandes empresas como clientes que agora podem usar no novo método.

O lar de idosos Vitória Spa também passou a aceitar o Bitcoin por seus clientes. Os movimentos acontecem em meio a maior adoção das criptomoedas como método de pagamento.

Grandes empresas, como a montadora de carros GM (Chevrolet), acompanham de perto esse assunto.

Aceleradora de franquias no Brasil aceita Bitcoin e Ethereum como meio de pagamento para franqueados

A 300 Franchising é considerada uma das maiores aceleradoras de franquias do Brasil, já tendo gerado mais de 8 mil vagas de emprego com suas atividades no país. Com avaliação a R$ 1 bilhão em valor de mercado, a empresa agora expande suas atividades ao aceitar um novo meio de pagamento.

De acordo com a Veja, a empresa é a mais nova a aceitar as criptomoedas como pagamento de taxas de franqueados. Essas taxas, também conhecidas como Royalties, são pagas por empresários que licenciam o uso de uma marca de empresa no mercado de franquias.

A intenção da 300 Franchising ao aceitar criptomoedas como meio de pagamento é atrair investidores que já possuem essas moedas e querem ter mais opções de consumir com elas. Além disso, a possibilidade de fazer negócios com criptomoedas seria outra opção para investidores do mercado.

No mundo todo cada vez mais empresas procuram inovar com criptomoedas. Na Argentina, por exemplo, uma startup recebeu um aporte de R$ 500 mil da UNICEF e o valor foi pago integralmente com Ethereum.

O Bitcoin, que é a principal criptomoeda, representa 45% do mercado de criptomoedas. Para realizar pagamentos com essa moeda digital, uma empresa precisa apenas de uma carteira, que contém um endereço público.

Já o Ethereum, segunda maior criptomoeda, representa 17,5% do mercado e também tem caído no gosto de empresários. Para aceitar a moeda como meio de pagamento o processo é similar ao do Bitcoin.

Ambas as criptomoedas já possuem adesão do mercado financeiro tradicional, que já criaram fundos que investem nestas tecnologias, que ganham cada vez mais atenção de empresas no Brasil.

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Gustavo Bertoluccihttps://github.com/gusbertol
Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.

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