
(Foto/Reprodução)
O Observatório Nacional de Blockchain divulgou estatísticas sobre inovações atreladas ao setor de inovações com blockchain na segunda-feira (8), quando a plataforma da instituição passou a reunir informações oficiais sobre patentes submetidas por pesquisadores em território brasileiro.
Os números refletem apenas os pedidos de registro realizados no país sem relação com a escala mundial. Assim, das 230 patentes depositadas no país, 63 vêm de empresas ou pessoas do próprio território.
O levantamento utilizou referências coletadas junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e aos serviços do Google Patents. As publicações mostram um retrato do empenho acadêmico para criar soluções baseadas na tecnologia blockchain.
A Fundação Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPQD) lidera a lista de autores com iniciativas protocoladas. Essa entidade responde por quinze pedidos submetidos para resguardar o direito sobre novos sistemas.
O número de projetos da corporação representa vinte e quatro por cento de todo o volume do estudo. A compilação abrange as documentações depositadas no sistema até este mês de junho de 2026.
O ecossistema acadêmico consolida sua participação com melhorias em metodologias para proteger livros eletrônicos. A Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) enviou duas propostas com o intuito de garantir a segurança de validações de rede.
A presença de corporações privadas como a Eneltec Energia Elétrica na lista de depósitos evidencia a diversificação de autores. Tal pluralidade indica a busca por aplicações com potencial para modificar rotinas de trabalho.
As descrições técnicas dos documentos focam em solucionar desafios operacionais enfrentados pelo ambiente rural brasileiro. Um dos projetos propõe o uso da estrutura digital para rastrear o ciclo de vida de bovinos.
Essa patente detalha um brinco de monitoramento eletrônico capaz de enviar dados para um servidor remoto. A inovação assegura a inviolabilidade das marcações sobre o gado até o instante do abate animal.
O nicho de preservação ambiental conta com equipamentos desenhados para capturar gases na rotina de grandes aviários. Sensores remotos acompanham a lavagem dos compostos químicos nas instalações agrícolas.