CEO do JP Morgan: “Fiquem longe do Bitcoin”

Dimon é conhecido por se opor ao mercado de criptomoedas e já até chamou o Bitcoin de "golpe".

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Jamie Dimon. (Imagem: Reprodução Youtube)
Jamie Dimon. (Imagem: Reprodução Youtube)

Jamie Dimon, o CEO do JPMorgan, um dos maiores bancos dos EUA, afirmou que as pessoas devem ficar longe do mercado de criptomoedas e do Bitcoin. Apesar de sua empresa estar se envolvendo com o mercado de ativos digitais, ele afirmou que as pessoas devem evitar, mas não impedirá seus clientes de terem exposição aos ativos.

Jamie Dimon é considerado um dos maiores críticos do Bitcoin há vários anos e sua visão sobre o Bitcoin nunca mudou, apesar do JPMorgan estar se aventurando no mercado de criptomoedas.

Durante o Comitê de Serviços Financeiros da Câmara dos Estados Unidos na quinta-feira (27), ele disse que não acha que as pessoas devem investir em Bitcoin porque a moeda digital “não é apoiada por nenhum ativo”. Portanto, “não tem nenhum valor.” “Meu conselho pessoal para as pessoas é ficar longe disso”, disse ele.

Fique longe disso

Apesar de não apoiar o Bitcoin, ele disse que não vai impedir seus clientes de investir em criptomoedas. Ele sugeriu que, se o Bitcoin for regulamentado, o JPMorgan tornará mais fácil para seus clientes o acesso à criptomoeda.

“Eu não fumo maconha, mas se você torná-la nacionalmente legal, não vou impedir nossos clientes de investir nela.”

Dimon é conhecido por se opor ao mercado de criptomoedas e já até chamou o Bitcoin de “golpe”. Agora, ele continuou seus discursos negativos sobre o assunto em suas mais recentes declarações.

“Estou me dirigindo a investidores bilionários no mercado de criptomoedas: aconselho “fique longe disso”. Saliento que este mercado não pode ser comparado com ouro e moedas reais e alerto os compradores para que tenham cuidado.”

Ele disse também que o JPMorgan está considerando disponibilizar Bitcoin para seus clientes de uma forma segura. No entanto, apontou que os reguladores precisam atuar e regular o mercado.

“Eu realmente acho que os reguladores estão atrasados ​​e vendidos no dólar e deveriam prestar mais atenção no futuro, pagamento por fluxo de pedidos, negociação de alta frequência, criptomoedas e colocar uma estrutura legal e regulatória em torno disso.”

Sabe-se que o JPMorgan vai implementar um serviço que permitirá que seus clientes mais ricos possam investir em Bitcoin. Assim o banco vai se juntar a outros bancos importantes dos EUA, como o Citigroup, Morgan Stanley e Goldman Sachs.

Vários bancos tradicionais estão mudando de postura e adotando Bitcoin e outras criptomoedas devido à demanda dos investidores.

Aqui no Brasil, por exemplo, o Banco Itaú, Banco do Brasil e BTG Pactual já permitem que os correntias invistam em um fundo de Bitcoin, o HASH11.

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