Hillary Clinton diz que China e Rússia podem manipular o Bitcoin

Após a apresentadora Rachel Maddow apresentar sua visão sobre eventos relacionados a remoção de aplicativos das lojas da Apple e Google por pressão governo russo, Hillary discursou sobre a importância de criar ou atualizar leis para fechar lacunas aproveitadas especialmente por redes sociais.

Hillary Clinton, ex-senadora dos EUA, voltou a atacar as criptomoedas nesta quarta-feira (24) durante conversa com Rachel Maddow na MSNBC. Dias após afirmar que as criptomoedas podem desestabilizar nações, agora Hillary disse que a China e a Rússia podem manipulá-las e usá-las contra os EUA.

Após quase treze anos desde a sua criação, o Bitcoin começa a ganhar forma e popularidade. Começando a ser temidos por aqueles que têm uma moeda forte devido a um histórico de guerras em nome do petróleo.

Enquanto Hillary cria teorias da conspiração, acreditando que a China ou Rússia possuem alguma influência nas criptomoedas, outros governantes estão abraçando o BTC e a sua indústria. Vale lembrar a diferença entre os dois, os pró-BTC foram eleitos, já Hillary perdeu a última eleição.

Teoria da conspiração sobre criptomoedas

Após a apresentadora Rachel Maddow apresentar sua visão sobre eventos relacionados a remoção de aplicativos das lojas da Apple e Google por pressão governo russo, Hillary discursou sobre a importância de criar ou atualizar leis para fechar lacunas aproveitadas especialmente por redes sociais.

Indo além, a ex-senadora também aproveitou a oportunidade para falar novamente sobre criptomoedas. Segundo ela, tanto os governos da China quanto da Rússia podem usá-las para manipular o mundo.

“Imagine a combinação de redes sociais, dos algoritmos que guiam as redes sociais, e a acumulação ainda maior de quantias de dinheiro através do controle de certa criptomoeda. Nós não estamos olhando apenas para países como China ou Russia, ou outros, manipulando tecnologias de todos os tipos em seu benefício, nós também estamos olhando para atores não estatais [trabalhando] em conjunto com países ou por conta própria, desestabilizando países, desestabilizando o dólar como moeda de valor.”, afirmou Hillary Clinton

O curioso é que a China é o país com maiores problemas em relação ao Bitcoin, afinal já baniu as criptomoedas ao menos 9 vezes desde 2009. Além disso, grande parte dos mineradores chineses migraram para os EUA neste ano devido a um destes banimentos.

Já o Banco Central da Rússia, também está brigando com o Bitcoin enquanto parlamentares tentam, de alguma forma, legalizar atividades como mineração para poderem cobrar impostos. Logo, destes três, os EUA é o país mais próximo do BTC.

Hillary teme que Bitcoin tome o lugar do dólar como reserva de valor

Seguindo com a mesma linha de pensamento de sua última declaração da última sexta-feira (19), Hillary continuou afirmando que as criptomoedas podem desestabilizar nações e moedas estatais.

Seu medo deixa claro que o Bitcoin é uma melhor forma de reserva de valor do que o dólar americano, ou qualquer outra moeda estatal. Afinal, enquanto a oferta monetária de USD dobrou nos últimos anos, o BTC segue, matematicamente, para um limite de 21 milhões de moedas.

“Há várias questões importantes que o governo de Biden precisa acompanhar, eu só não acho que nós temos tanto tempo e, portanto eu espero que, de tudo que eu ouvi deles, isso seja exatamente o que eles tentarão fazer”, complementou Hillary Clinton.

Baseando-se nas declarações dos últimos dias, o governo americano está apenas interessado em um setor: as stablecoins. A declaração de Christopher Waller, membro do Fed, mostra que os EUA está preocupado em manter emissores de stablecoins dentro da sua jurisdição.

Em relação ao Bitcoin (BTC), o governo dos EUA não tem muito o que fazer para barrá-lo. Pelo contrário, os atuais prefeitos de Miami e Nova York querem receber seus salários em BTC.

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Henrique Kalashnikov
Formado em desenvolvimento web há mais de 20 anos, Henrique Kalashnikov encontrou-se com o Bitcoin em 2016 e desde então está desvendando seus pormenores. Tradutor de mais de 100 documentos sobre criptomoedas alternativas, também já teve uma pequena fazenda de mineração com mais de 50 placas de vídeo. Atualmente segue acompanhando as tendências do setor, usando seu conhecimento para entregar bons conteúdos aos leitores do Livecoins.

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