Minerar Bitcoin custa 23 vezes menos do que minerar o ouro

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Um tweet revela que minerar Bitcoin pode custar até 23 vezes menos que minerar o ouro. De um lado temos a criptomoeda mais famosa do mercado, e de outro temos o mineral mais cobiçado do mundo. O que os dois possuem em comum são a sua alta capacidade de reserva de valor. No caso do “ouro digital”, obter a criptomoeda pode ser bem menos oneroso que procurar o ouro através da exploração mineral.

Quando a maioria das pessoas escutam a expressão “minerar o Bitcoin (BTC)” já imaginam a criptomoeda sendo lapidada, assim como acontece com pedras preciosas. Porém, a mineração da moeda digital é realizada totalmente online, dependendo apenas do poder computacional de equipamentos computacionais.

Mineração de ouro custa US$ 105 bilhões anualmente

Segundo a publicação, somente para minerar o ouro são gastos cerca de US$ 105 bilhões na operação todos os anos. Além disso, as informações do tweet mostram que na mineração do ouro são utilizados até 475 milhões de GJ (Gigajoule).


Por outro lado, a mineração de Bitcoin custa bem menos que isso. Segundo a apuração publicada na internet, para minerar a criptomoeda são gastos apenas US$ 4,5 bilhões anualmente. Enquanto isso, o Bitcoin utiliza em sua mineração apenas 183 milhões de GJ.

Minerar o Bitcoin (BTC) é mais barato que reciclar o ouro

A publicação também trouxe também o custo estimado com a manutenção de outros fundos de valor. De acordo com a publicação, até mesmo a reciclagem do ouro é mais cara que a mineração do Bitcoin (BTC) de acordo com o perfil Asimow no Twitter. A pesquisa ainda apontou que sistemas bancários, papel-moeda e até mesmo governos são mais onerosos que o processo de mineração do Bitcoin (BTC).

O Bitcoin e o ouro são as reservas de valor mais cobiçadas nos últimos anos. O Ouro com sua alta capacidade de valorização pode ver o seu reinado ser perdido para o Bitcoin (BTC). Em alguns casos, especialistas preveem que a criptomoeda deverá ultrapassar o ouro em todo o mundo em relação a sua usabilidade como reserva de valor.

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Paulo Carvalho
Jornalista em trânsito, escritor por acidente e apaixonado por criptomoedas. Entusiasta do mercado, ouviu falar em Bitcoin em 2013, mas era que nem caviar, "nunca vi, nem comi, só ouço falar".
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