
Binance cita aprimoramento do monitoramento de transações como um dos principais fatores para estes números. Foto: cottonbro studio/Pexels.
Dados da Chainalysis e da TRM Labs, analisados pela Binance, revelam que o número de atividades criminosas nas maiores corretoras descentralizadas está em forte declínio.
Como exemplo, a Binance viu uma redução de 96 a 98% no número de criptomoedas em sua plataforma em relação ao início de 2023.
As informações ajudam a combater falsos relatos, como de Paul Krugman, que recentemente afirmou que as criptomoedas só servem para “encobrir rastros financeiros” por, ainda na sua visão, não deixarem rastros.
Embora a Binance seja a maior corretora do mundo por volume de negociações, dados da Chainalysis mostram que somente 0,007% dessas transações possuem alguma ligação com carteiras ilícitas.
Como comparação, essa porcentagem sobe para 0,018% (2,5 vezes mais) na média global de corretoras centralizadas.
Já a TRM Labs aponta que 0,016% das negociações feitas na Binance estão ligadas a fundos ilegais, contra 0,023% da média global.
Citando o Global Financial Crime Report de 2024 da NASDAQ, a Binance aponta para uma estima de que 3,1 trilhões de dólares em fundos ilícitos circularam pelo sistema financeiro global em 2023.
Já análises da ONU e do FMI um número entre 2% a 5% do PIB global, ou seja, mais de 2 trilhões de dólares no sistema tradicional.
“Em comparação, a Chainalysis e a TRM estimam que a exposição ilícita anual combinada entre as sete maiores exchanges centralizadas de criptomoedas fica na casa dos bilhões.”
Ao desmentir falsas informações publicadas por diversos críticos das criptomoedas, os dados também fazem com que mais pessoas se sintam seguras ao investir no setor.
“Infelizmente, parte da mídia tradicional seleciona dados a dedo para retratar o setor cripto – e a Binance – de forma negativa”, escreveu Richard Teng, CEO da Binance. “Estatísticas reais da Chainalysis/TRM Labs mostram que a exposição a atividades ilícitas nas principais CEXs é de apenas alguns centésimos de 1%, sendo ainda menor na Binance.”
“Sim, pessoas mal-intencionadas usam criptomoedas (e muito mais o sistema fiduciário), mas as corretoras centralizadas combatem ativamente o crime e auxiliam as autoridades. Fatos > estigma.”
Unfortunately, some mainstream media cherry-pick data to paint crypto – and Binance – negatively.
Real stats from Chainalysis/TRM Labs show illicit exposure on top CEXs is just a few hundredths of 1%, with Binance’s even lower.
Yes, bad actors use crypto (and fiat way more),…
— Richard Teng (@_RichardTeng) November 17, 2025
Outro destaque do relatório fica para o crescimento no número de casos de colaboração da Binance com autoridades ao redor do mundo. Saindo de 5.400 em 2020, a corretora respondeu a mais de 65 mil pedidos em 2024, número que cresce ano a ano.
Segundo a corretora, isso se deve aos mais de 1.280 especialistas que trabalham na área de compliance, representando 22% da força de trabalho da Binance, aprimoramento do monitoramento de transações, bem como por colaboração com autoridades e parcerias de ações coletivas.
“O consenso visível nos dados fornecidos pelas principais empresas de análise da indústria reforça a ideia de que o mercado de criptomoedas está mais limpo do que nunca, e esse progresso é mensurável”, finalizou a Binance.
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