Segundo maior banco da Tailândia compra a maior corretora de Bitcoin do país

A corrida dos bancos para trabalhar com Bitcoin continua acirrada, desta vez um dos maiores bancos da Tailândia, o Siam Commercial Bank (SCB) agora possui 51% do controle da maior exchange do país, a Bitkub. A aquisição será completada após aprovação regulatória.

Lucrativo e disruptivo, este setor está ganhando a atenção de investidores de peso, como bancos, devido a sua alta demanda, bem como fácil adaptação a novas tendências como altcoins, NFTs e até mesmo ofertas iniciais de moedas oferecidas pelas próprias exchanges.

Como o Bitcoin não tem fronteiras, este é um fenômeno que está acontecendo em vários países do mundo, em especial nos EUA onde o volume de transações é maior. Todavia países como Brasil e Tailândia também estão nesta corrida.

Pequenas exchanges, grandes negócios

As exchanges de criptomoedas tem um dos papeis mais importantes da indústria, permitir que pessoas negociem criptomoedas de forma prática e segura. A facilidade de compra e venda é um dos principais motivos da adoção do Bitcoin e outras moedas.

O grande número de usuários e volume de negociações também é um forte atrativo para investidores. Um bom exemplo é Coinbase, exchange americana, que após sua IPO em abril deste ano, já é uma das 200 maiores empresas públicas do mundo, com valor de mercado de 500 bilhões de reais.

Nesta terça-feira (02), o Siam Commercial Bank (SCB), segundo maior banco da Tailândia, anunciou a futura aquisição de 51% da Bitkub, maior exchange do pais. A transação, que ainda depende de aprovação regulatória, envolveu a quantia de 17,85 bilhões de Baht (moeda local), equivalente a 3 bilhões de reais. Com isso, agora a empresa está avaliada em cerca de 6 bilhões de reais.

“A Bitkub não é mais apenas uma startup e agora está se tornando uma parte necessária da infraestrutura crucial para o setor financeiro da Tailândia.”, disse Jirayut Srupsrisopa, CEO da Bitkub

Corrida dos bancos

Conforme mais pessoas buscam usar criptomoeda para proteção contra inflação, superando a procura por ouro, é claro que os bancos estão em uma corrida para não perder clientes, bem como ganhar novos.

Este fenômeno pode ser observado em vários países, principalmente nos EUA onde gigantes da indústria, como o Bank of America, estão lançando soluções de custódia de bitcoin. Fato que acontece após muitos deles terem criticado o Bitcoin por tantos anos.

Já em nosso país, o Banco do Brasil incluiu questões sobre criptomoedas em seu concurso, de nível nacional. Mostrando a necessidade de estar atualizado sobre esta tecnologia que está mudando o mundo. Além do BTG Pactual, primeiro banco brasileiro a vender criptomoedas a seus clientes.

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Henrique Kalashnikov
Formado em desenvolvimento web há mais de 20 anos, Henrique Kalashnikov encontrou-se com o Bitcoin em 2016 e desde então está desvendando seus pormenores. Tradutor de mais de 100 documentos sobre criptomoedas alternativas, também já teve uma pequena fazenda de mineração com mais de 50 placas de vídeo. Atualmente segue acompanhando as tendências do setor, usando seu conhecimento para entregar bons conteúdos aos leitores do Livecoins.

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