Startups brasileiras que criam na rede Ripple podem receber aceleração

Soluções de compliance, DeFi e análise de dados com a rede Ripple podem se apresentar até o dia 15 de fevereiro

A Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central (Fenasbac) abriu as portas para uma nova rodada de aceleração de negócios. O programa Next (Batch 8) busca startups focadas em inovação financeira e aceita inscrições até o próximo domingo (15).

A iniciativa selecionará projetos capazes de resolver dores reais do mercado com uso de tecnologias como blockchain, inteligência artificial e finanças sustentáveis.

O destaque desta edição vai para o desafio de infraestrutura para o mercado de capitais na rede XRPL (Ripple). O edital procura empresas dispostas a desenvolver soluções de Finanças Descentralizadas (DeFi) com nível institucional.

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O objetivo envolve a criação de ferramentas para custódia, liquidação e tokenização de ativos reais que atraiam grandes investidores tradicionais para o ecossistema cripto. A proposta deve priorizar a escalabilidade e a segurança para operações empresariais.

Outra frente de trabalho foca na infraestrutura de pagamentos globais. O programa convoca interessados em construir sistemas para transferências internacionais instantâneas com uso de stablecoins.

O desafio cita especificamente o uso da moeda BRL1 e a interoperabilidade com redes como Polygon para facilitar o acesso ao crédito e agilizar remessas transfronteiriças (cross-border). A ideia é conectar o ambiente tradicional, como o Pix, ao universo da blockchain.

Inteligência Artificial e Compliance

O programa vai além do universo das criptomoedas e abrange a inteligência artificial para otimização de processos bancários.

A Fenasbac busca ferramentas que automatizem a leitura de documentos fiscais e contratos por meio de reconhecimento óptico (OCR) e IA generativa.

A intenção é reduzir custos operacionais e integrar dados não estruturados aos sistemas de pagamento.

Como funciona a aceleração

A jornada de aceleração tem duração de 12 semanas. As equipes escolhidas passarão por um diagnóstico inicial para a definição de um plano de ação personalizado. Durante o período, os empreendedores terão acesso a mentorias com especialistas do setor e workshops sobre regulação financeira.

Uma das grandes vantagens envolve a chance de desenvolver um Produto Mínimo Viável (MVP) ou piloto em parceria com empresas mantenedoras do programa. O ciclo termina com o “Demo Day”, evento onde as startups apresentam seus resultados e evolução para uma plateia de investidores e parceiros estratégicos.

A Fenasbac atua como um braço de inovação ligado aos servidores do Banco Central do Brasil há cinco décadas. A federação coordena ecossistemas importantes como o LIFT Lab e o LIFT Challenge Real Digital.

O programa Next, lançado em 2022, reforça esse papel de conectar novas tecnologias às demandas regulatórias e de eficiência do sistema financeiro nacional.

Mais informações pelo site oficial em https://next.fenasbac.io/

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Bruno Costa
Bruno Costahttps://bruno-costa.com
Bruno Costa ingressou no jornalismo cripto quando o DeFi ainda era um experimento de nicho e, desde então, tornou-se uma das principais vozes brasileiras na cobertura de finanças descentralizadas e ativos digitais. Atualmente atua como Senior Content Manager na Starkware.co, uma empresa de PR e marketing focada em DeFi, NFTs e crescimento de comunidades Web3. Seu trabalho frequentemente explora como as economias de tokens podem impulsionar a inclusão financeira no país, conectando a adoção de blockchain à realidade local. Ele é Certified Bitcoin Professional (CBP), credenciado pelo CryptoCurrency Certification Consortium (C4). Graduado em Jornalismo pela Universidade Europeia, Bruno aprofundou sua expertise com formações como o curso DAO Fundamentals (EDU Trainings) e o Web3 Solidity Bootcamp (Metana). Sua cobertura inclui adoção de DeFi em mercados emergentes, cultura NFT na América Latina e análises de UX em aplicações descentralizadas. Entre suas principais competências estão reportagem investigativa, análise do mercado cripto, construção de narrativa e estratégia de conteúdo. No Brasil, o público o conhece por portais como Cointimes.com.br, onde é colaborador regular, além de suas reportagens investigativas que revelaram golpes no setor DeFi. Uma de suas séries chegou a contribuir para alertas regulatórios e maior fiscalização por parte da CVM. Seu guia sobre stablecoins alcançou mais de 50 mil leitores e foi referenciado por três grupos acadêmicos de pesquisa, enquanto sua consultoria para uma carteira DeFi ajudou a redesenhar o conteúdo de onboarding e atraiu mais de 10 mil novos usuários. Bruno já foi citado pelo Valor Econômico, fez coberturas presenciais na São Paulo NFT Expo e no Rio Blockchain Meetup, e participou de grandes eventos como a SP Tech Week e a Blockchain Conference Brasil, onde discutiu temas sobre regulação do DeFi, UX e inovação. Curioso e criativo, com um forte foco em conectar tecnologia e cultura, ele costuma lembrar colegas e leitores de que “Journalism should empower readers with clarity in a world full of crypto hype and misinformation.” Disclaimer: Todo o conteúdo aqui apresentado diz respeito a temas de criptomoedas, blockchain e Web3 e possui caráter exclusivamente informativo e educacional. Não constitui aconselhamento financeiro, de investimento ou jurídico. As análises refletem a experiência e a pesquisa pessoal do autor. O nome do autor é utilizado como pseudônimo. Sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar decisões no ecossistema cripto.

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