Bitcoin fará parte do portfólio de todos, diz ex-executivo da BlackRock

Em relação ao resto do mercado de criptomoedas, Dowd assume uma postura semelhante a de vários outros grandes nomes ao afirmar que este setor é parecido com a internet dos anos 2000. Em outras palavras, a maioria das moedas sumirá em breve e as sobreviventes se tornarão gigantes.

Moeda de Bitcoin dentro de bolso.
Moeda de Bitcoin dentro de bolso.

Para Edward Dowd, ex-executivo da BlackRock, o Bitcoin fará parte do portfólio de todos investidores. O motivo são as suas características, melhores que as do ouro, hoje principal reserva de valor do mundo.

Em relação ao resto do mercado de criptomoedas, Dowd assume uma postura semelhante a de vários outros grandes nomes ao afirmar que este setor é parecido com a internet dos anos 2000. Em outras palavras, a maioria das moedas sumirá em breve e as sobreviventes se tornarão gigantes.

Sendo assim, é difícil imaginar que memecoins estejam vivas daqui a 10 anos, sendo uma grande bandeira vermelha para qualquer investidor. Na contramão, é praticamente impossível imaginar que o mercado de criptomoedas exista sem o Bitcoin.

Bitcoin veio para ficar, diz Edward Dowd

Embora o ouro seja a reserva de valor mais antiga e com maior reputação, muitos investidores estão contando os dias deste metal precioso. O motivo são as características do Bitcoin, como escassez matemática, fácil custódia, armazenamento, negociação e envio.

Por conta disso, Edward Dowd, ex-executivo da BlackRock, acredita que o Bitcoin fará parte do portfólio de todos investidores, sendo apenas questão de tempo para isso acontecer.

“O Bitcoin está aqui para ficar. Ele fará parte do portfólio de todos. Pelo menos com o Bitcoin você pode trocá-lo digitalmente, já ouro é uma venda muito mais difícil para mim,” argumenta Dowd. “Não sou contra o ouro, e ter algum ouro não é uma má ideia.”

Por efeitos de comparação, estima-se que o ouro tenha uma capitalização de mercado de 11,26 trilhões de dólares. Já o Bitcoin, em queda desde novembro, de apenas US$ 452 bilhões. Portanto, o BTC precisaria chegar a US$ 590.000 para passar o ouro, o que muitos acreditam ser possível.

Altcoins vão sumir como as empresas de tecnologia dos anos 2000

Assim como diversos outros nomes respeitados do mercado financeiro, Edward Dowd comparou o mercado de criptomoedas com a bolha da internet dos anos 2000. Notando que as empresas que sobreviveram se tornaram gigantes, como a Amazon.

“Posso comparar a criptomoeda à era pontocom, onde 90% dessas empresas foram para zero e 10% delas se tornaram Amazon,” comenta o ex-executivo da BlackRock. “É o trabalho do pessoal das criptomoedas descobrir qual é Amazon das criptomoedas. Acredito que o Bitcoin está obviamente na corrida.”

“Para algumas dessas outras moedas, boa sorte.”

Portanto, é difícil imaginar que moedas como Shiba Inu e Dogecoin estejam vivas daqui a 10 anos. Do mesmo modo, é difícil imaginar que o Bitcoin e o Ethereum não estejam com ainda mais adoção do que possuem hoje.

Por fim, talvez novas criptomoedas e tecnologias surjam ao longo dos próximos anos. Entretanto, é impossível alguma delas ter as características que transformaram o Bitcoin em um dos assuntos mais discutidos dos últimos tempos.

A entrevista de Edward Dowd com Layah Heilpern, publicada na quarta-feira passada (18), pode ser assistida na íntegra abaixo.

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Henrique Kalashnikov
Formado em desenvolvimento web há mais de 20 anos, Henrique Kalashnikov encontrou-se com o Bitcoin em 2016 e desde então está desvendando seus pormenores. Tradutor de mais de 100 documentos sobre criptomoedas alternativas, também já teve uma pequena fazenda de mineração com mais de 50 placas de vídeo. Atualmente segue acompanhando as tendências do setor, usando seu conhecimento para entregar bons conteúdos aos leitores do Livecoins.

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