Cemig procura soluções com blockchain em programa de inovação com teto de R$ 1,6 milhão
24/01/2026 12:13 12:13
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(Foto: Guilherme Dardanhan/ALMG)
Um programa de inovação da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) procura startups que podem ajudar a construir soluções para resolver 8 desafios, podendo utilizar até a tecnologia blockchain.
Os projetos apresentados até o domingo (01/02) vão passar por um processo de seleção rígido, devendo comprovar a viabilidade técnica das apresentações. O edital segue público na página de compras da estatal de energia mineira.
“O Inova Cemig.Lab é uma peça-chave na nossa estratégia de transformação digital e de sustentabilidade. Estamos investindo em inteligência externa para resolver desafios internos e, ao mesmo tempo, impulsionar o desenvolvimento de soluções para um setor elétrico mais eficiente e moderno“, afirmou em nota pública o gerente de Inovação Aberta, Felipe Cardoso dos Reis.
Além disso, o edital mostra um potencial de captação para as empresas com teto de R$ 1,6 milhão, para resolução dos desafios apresentados no anexo 2. Assim, o edital prevê gastos de até R$ 10.400.000,00 em um dos maiores programas de inovação aberta do Brasil.
As propostas devem contemplar as áreas de Distribuição, Jurídico, Estratégia, Sustentabilidade e Inovação.
InovaLab da Cemig pretende resolver 8 desafios com tecnologias (Reprodução).
Veja quais são as tecnologias procuradas pela Cemig em seu processo de inovação?
A Cemig indicou que as principais tecnologias podem ser utilizadas pelas startups participantes do novo edital.
Dentre elas, a Inteligência Artificial e Machine Learning, assim como Big Data e Analytics estão entre as opções apresentadas.
Além disso, Internet das Coisas (IoT), Computação em Nuvem, Automação e Robótica Avançada, Manufatura Aditiva (Impressão 3D), Realidade Aumentada e Virtual (AR/VR), Gêmeos Digitais (Digital Twins) podem ter um uso.
A Cemig ainda deixa claro que tecnologias que envolvam Cibersegurança e Blockchain podem constar nos projetos de inovação.
Por fim, Sensoriamento e Monitoramento Remoto, Hardware e outras podem constar nos projetos, desde que justificados para atender aos desafios propostos.
O Programa Inova Cemig.Lab é uma ação do Inova Cemig que visa conectar a Cemig com startups em busca do desenvolvimento de soluções inovadoras e disruptivas para o setor elétrico brasileiro. Um dos seus objetivos é impulsionar a modernização da infraestrutura, expandir a oferta de energia, além de democratizar o acesso à energia e a competitividade da empresa, diz a empresa.
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Bruno Costa
Bruno Costa ingressou no jornalismo cripto quando o DeFi ainda era um experimento de nicho e, desde então, tornou-se uma das principais vozes brasileiras na cobertura de finanças descentralizadas e ativos digitais. Atualmente atua como Senior Content Manager na Starkware.co, uma empresa de PR e marketing focada em DeFi, NFTs e crescimento de comunidades Web3. Seu trabalho frequentemente explora como as economias de tokens podem impulsionar a inclusão financeira no país, conectando a adoção de blockchain à realidade local. Ele é Certified Bitcoin Professional (CBP), credenciado pelo CryptoCurrency Certification Consortium (C4). Graduado em Jornalismo pela Universidade Europeia, Bruno aprofundou sua expertise com formações como o curso DAO Fundamentals (EDU Trainings) e o Web3 Solidity Bootcamp (Metana). Sua cobertura inclui adoção de DeFi em mercados emergentes, cultura NFT na América Latina e análises de UX em aplicações descentralizadas. Entre suas principais competências estão reportagem investigativa, análise do mercado cripto, construção de narrativa e estratégia de conteúdo. No Brasil, o público o conhece por portais como Cointimes.com.br, onde é colaborador regular, além de suas reportagens investigativas que revelaram golpes no setor DeFi. Uma de suas séries chegou a contribuir para alertas regulatórios e maior fiscalização por parte da CVM. Seu guia sobre stablecoins alcançou mais de 50 mil leitores e foi referenciado por três grupos acadêmicos de pesquisa, enquanto sua consultoria para uma carteira DeFi ajudou a redesenhar o conteúdo de onboarding e atraiu mais de 10 mil novos usuários. Bruno já foi citado pelo Valor Econômico, fez coberturas presenciais na São Paulo NFT Expo e no Rio Blockchain Meetup, e participou de grandes eventos como a SP Tech Week e a Blockchain Conference Brasil, onde discutiu temas sobre regulação do DeFi, UX e inovação. Curioso e criativo, com um forte foco em conectar tecnologia e cultura, ele costuma lembrar colegas e leitores de que “Journalism should empower readers with clarity in a world full of crypto hype and misinformation.” Disclaimer: Todo o conteúdo aqui apresentado diz respeito a temas de criptomoedas, blockchain e Web3 e possui caráter exclusivamente informativo e educacional. Não constitui aconselhamento financeiro, de investimento ou jurídico. As análises refletem a experiência e a pesquisa pessoal do autor. O nome do autor é utilizado como pseudônimo. Sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar decisões no ecossistema cripto.
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