O dinheiro perdeu significado, diz Bloomberg

O dinheiro está perdendo a sua importância? Essa é uma grande discussão que vai muito além do criptomercado e que recentemente vai ganhando mais força em meio a uma atual crise.

Enquanto essa discussão continua, um artigo de opinião do Bloomberg acredita que sim, o dinheiro está perdendo o seu significado.

Segundo o artigo, o dinheiro está perdendo a importância de seu significado por causa das ações dos Bancos Centrais para conseguir evitar um colapso total durante a atual pandemia, que paralisou boa parte dos setores econômicos do mundo.

Recentemente, o governo dos EUA anunciou um pacote para combater a crise. O programa consiste na impressão de alguns trilhões de dólares pelo FED, acrescentando ainda mais à dívida nacional já gigantes do país.

Outros países seguiram o mesmo caminho, e a impressão de dinheiro não é de agora, já que desde a última crise (2008-2009), a impressão de moedas fiduciárias se tornou algo endêmico em quase todas as nações.

Um índice do Bloomberg apontou que 12 das maiores economias do mundo, incluindo EUA, China, Japão e zona do Euro, mostram que o suprimento de moedas mais do que dobrou desde a última crise, alcançando a marca dos US$80 trilhões.

“Esses números são tão grandes que eles não possuem nenhuma importância; eles são simplesmente abstrações.”, diz o artigo escrito por Jared Dillian.

Jared argumenta algo que os membros do criptomercado já estão cansados de repetir: Se houver muitos dólares em circulação, os monetaristas vão afirmar que o valor desses dólares diminuiu, eventualmente levando a preços mais altos em todos os produtos.

Esse é o princípio mais básico de toda a inflação, quanto mais dinheiro é impresso, menos ele vale e mais caro os produtos se tornam, consequentemente exigindo a impressão de mais dinheiro em um ciclo vicioso.

“A história nos mostrou que inflação alta persistente destrói uma sociedade, a deflação faz as pessoas se unirem.”

O papel do Bitcoin na nova economia

Bitcoin e Dólar
Bitcoin e Dólar

Com a inflação sendo um grande problema para a economia, os ativos deflacionários se tornam cada vez mais atraentes para investidores e para o público comum. O ouro é um grande exemplo de ativo como reserva de valor, ele é deflacionário e relativamente escasso.

No entanto, o Bitcoin se mostra mais prático, mais fácil de ser utilizado, transportado e até mesmo mais seguro, à prova de falsificações. E com um momento tão sem precedentes como o que estamos vivendo, a moeda tem um campo para aos poucos se tornar cada vez mais relevante.

Ainda temos um caminho muito grande a ser seguido, com diferentes pontos que precisam ser “melhorados” no ecossistema das criptomoedas. No entanto, como alguns acreditam, o Bitcoin passou a ter 10% de chance de se tornar o principal ativo de reserva de valor do mundo.

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Matheus Henrique
Fã do Bitcoin e defensor de um futuro descentralizado. Cursou Ciência da Computação, formado em Técnico de Computação e nunca deixou de acompanhar as novas tecnologias disponíveis no mercado. Interessado no Bitcoin, na blockchain e nos avanços da descentralização e seus casos de uso.

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