
(Foto/Divulgação)
A Comissão Nacional de Valores (CNV) da Argentina organizou um workshop sobre criptomoedas na terça-feira (12). O órgão recebeu pesquisadores da Comissão Nacional de Criptoativos (CNAD) de El Salvador para o compartilhamento de rotinas operacionais.
Os profissionais estrangeiros conduziram debates focados em processos de tokenização com a tecnologia blockchain nas corretoras do setor. A atividade cumpre as metas do acordo de parceria assinado pelas duas entidades de governo no ano de 2024.
O presidente da CNV, Roberto E. Silva, discursou na abertura dos trabalhos ao lado dos dirigentes da autarquia sul-americana. Silva citou a vivência do país da América Central com o bitcoin como moeda de curso legal no comércio rotineiro.
Desta forma, os servidores argentinos almejam fortalecer as habilidades de fiscalização para acompanhar a expansão dos mercados descentralizados. O intercâmbio com a agência salvadorenha contribui para o desenho de barreiras de proteção aos usuários nas plataformas eletrônicas.
Além disso, a pauta do treinamento abordou as emissões de stablecoins com paridade em moedas fiduciárias tradicionais. Os grupos também discutiram a inserção de bens físicos do mundo real no ambiente de negociações da rede criptográfica.
O funcionário Willian Serrano explicou a análise financeira aplicável aos processos de distribuição das moedas nas carteiras dos investidores. Por sua vez, o técnico Jorge Velásquez detalhou as ferramentas de rastreabilidade de transferências executadas nas malhas da tecnologia blockchain.
A programação destinou um tempo para a avaliação de inovações no mercado direto entre pontos da mesma rede. As delegações trocaram visões sobre os limites de supervisão do Estado nas operações firmadas sem a ação constante de intermediários.
As autoridades da comissão argentina relataram os avanços legislativos do país na regulamentação dos provedores de serviços empresariais. O cenário legal da região autoriza a criação de novos instrumentos de capitalização com suporte na infraestrutura das criptomoedas.
Juan Carlos Reyes chefia a comissão de El Salvador desde os encontros formadores do documento multilateral de integração. Reyes atua como o principal fiador da exportação das diretrizes salvadorenhas para os governos dispostos a entender o sistema.
A vice-presidente Sonia Salvatierra participou da recepção aos visitantes com o intuito de prestigiar o pacto entre as nações. Os diretores Laura Herbón e Manuel Calderón completaram o quadro da diretoria da instituição sul-americana no salão de debates.
O painel reuniu vários gerentes com funções cruciais na cadeia de fiscalização de fluxos de capitais da autarquia. A executiva Mónica Brizuela marcou presença para colher dados sobre o monitoramento de emissores no universo das finanças conectadas.
A gestora Silvina Dimateo figurou na plateia do evento em sua condição de líder da divisão de fideicomissos. Carlos Terribile compareceu ao compromisso para representar o núcleo de fiscalização dos fundos comuns de investimentos da estrutura federal.
Neste contexto, o pesquisador Rodolfo Iribarren representou a mesa de estratégias de inovações do prédio público da autarquia. O gestor Miguel Carbonare acompanhou a conferência como o rosto da operação administrativa interna no trato com os provedores.
Por fim, a liderança de assuntos estrangeiros Maite Urriza ajudou na harmonia das atividades de diplomacia entre as duas alas oficiais.