“El Salvador não se importa”, diz presidente após agência de classificação emitir alerta

Dias depois, Nayib Bukele, presidente de El Salvador, mostrou-se indiferente com as afirmações da Moody's.

Após a Moody’s, agência de classificação de risco, fazer um alerta sobre o risco de rebaixamento de crédito de El Salvador por conta do Bitcoin, o presidente Nayib Bukele afirmou em letras maiúsculas que “El Salvador não se importa”.

Os dizeres da Moody’s aconteceram na última quinta-feira (13), já o pronunciamento de Bukele sobre o caso está disponível no Twitter, seu principal meio de comunicação, desde esta segunda-feira (17).

Além da Moody’s, outros também estão preocupados com a adoção do Bitcoin pelo país localizado na América Central. Em sua companhia também está o FMI (Fundo Monetário Internacional).

El Salvador não se importa

Provavelmente você nunca ouviu falar sobre El Salvador antes da adoção do Bitcoin. Apesar disso, após a introdução da Lei do Bitcoin em 7 de setembro de 2021, o país parece estar nos holofotes tanto da mídia quanto de órgãos internacionais.

O último ataque ao país veio da agência de classificação de risco Moody’s que enxerga riscos nas compras de Bitcoin feitas pelo país. As palavras abaixo são do analista Jaime Reusche da Moody’s, ditas à Bloomberg.

“[As participações em Bitcoin do governo] certamente aumentam o risco. [Negociar Bitcoin] é bastante arriscado, principalmente para um governo que tem lutado com pressões de liquidez no passado”

Dias depois, Nayib Bukele, presidente de El Salvador, mostrou-se indiferente com as afirmações da Moody’s. Em seu Twitter ele publicou a mensagem “BREAKING: EL SALVADOR DGAF”, usando um acrônimo para “Don’t Give A Fuck” que pode ser traduzido para “foda-se” ou “não me importo” caso você queira evitar palavrões.

“ÚLTIMAS NOTÍCIAS: EL SALVADOR NÃO SE IMPORTA”

Nayib Bukele sobre as declarações da Moody’s

Outros países podem adotar o Bitcoin

Por incrível que pareça, o mais difícil já foi feito. Um primeiro país já adotou o Bitcoin, usando-o tanto como moeda quanto como reserva de valor.

Isso abre precedentes para outros que desejam usar uma moeda forte para guiar a sua economia. Fugindo assim de problemas como inflação causada pela criação de mais dinheiro, como acontece como real e o dólar.

Na previsão do próprio Bukele, ele acredita que ao menos dois outros países adotarão o Bitcoin como moeda neste ano. Já a Fidelity, uma das maiores gestoras de ativos do mundo, afirmou que países que se anteciparem serão beneficiados.

Por fim, onde alguns enxergam riscos, outros encontram oportunidades. Torcemos para que mais pessoas adotem o BTC e tornem-se livres das atuais políticas monetárias estatais.

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Henrique Kalashnikov
Formado em desenvolvimento web há mais de 20 anos, Henrique Kalashnikov encontrou-se com o Bitcoin em 2016 e desde então está desvendando seus pormenores. Tradutor de mais de 100 documentos sobre criptomoedas alternativas, também já teve uma pequena fazenda de mineração com mais de 50 placas de vídeo. Atualmente segue acompanhando as tendências do setor, usando seu conhecimento para entregar bons conteúdos aos leitores do Livecoins.

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