Goldman Sachs revela que 40% de seus clientes investiram em Bitcoin

McDermott também confirmou que grande parte do interesse era puramente em torno da criptomoeda mais popular do mundo - Bitcoin.

Foto/Divulgação

Provavelmente você notou que o Bitcoin está em um bom momento, tanto para o seu valor quanto para os seus fundamentos, não é mesmo? Muito dessa movimentação positiva foi atribuída a uma recente entrada de diferentes investidores institucionais no mercado. Com a MicroStrategy sendo a ponta da lança do movimento e a Tesla dando o “golpe final” que impulsionou a moeda para os níveis atuais.

Mas esse parece ter sido apenas uma parcela dos investidores do ativo digital durante o mesmo período. O banco americano Goldman Sachs realizou um estudou que revelou que 40% de seus 300 clientes institucionais também investiram no ativo digital.

A única diferença nesses casos é que os clientes do banco não revelaram seus investimentos tão abertamente quanto a Tesla e outras empresas fizeram.

“40% dos clientes atualmente têm exposição a criptomoedas. E isso pode ser por meio de uma variedade de meios diferentes, seja físico, seja derivativo, seja produto de valores mobiliários ou outras ofertas no mercado. E isso parecia um pouco alto para mim, mas eu senti que era um reflexo da demanda que vimos nos últimos 3-6 meses.”, disse Matt McDermott, chefe de ativos digitais do Goldman Sachs.

Muito além do estudo da Goldman Sachs, é possível ver esse interesse crescendo no setor. Cada vez mais empresas falam abertamente sobre a possibilidade de comprar Bitcoin como um ativo de reserva de valor.

Desde o começo dos movimentos de alta foi observado que o interesse institucional seria o principal motivo para garantir que a moeda digital alcançasse novos recordes, o que se mostrou verdadeiro. Mas o curioso é que o interesse não está demonstrando perder força e vai muito além de simplesmente aproveitar a corrida de touros atual.

“Nossa equipe já realizou mais de 300 conversas. E quando falo sobre o amplo espectro, estou me referindo a fundos de hedge, gestores de ativos, fundos macro, bancos, tesoureiros corporativos, seguros e fundos de pensão ”.

McDermott também confirmou que grande parte do interesse era puramente em torno da criptomoeda mais popular do mundo – Bitcoin.

“Acho muito justo dizer que toda a nossa discussão com o cliente institucional está realmente focada em Bitcoin”, disse ele.

Alta do Bitcoin em 2021 é diferente de 2017

2017 foi um ano que marcou o Bitcoin para sempre, já que a moeda ganhou pela primeira vez espaço no mainstream e atraiu uma série de investidores buscando aproveitar a alta histórica. Na época, o Bitcoin chegou próximo dos US$ 20 mil, antes de perder 80% do seu valor durante o ano de 2018.

O mercado estava menos evoluído do que hoje em dia e a simples adoção entre os investidores de varejo não foi o suficiente para segurar o preço do ativo nos patamares alcançados.

Agora, com o Bitcoin acima de U S$ 50 mil e se mantendo nessa faixa por um bom tempo, e com novas empresas considerando o ativo como uma forma de reserva de valor, a demanda pelo ativo parece se manter.

Recentemente o PayPal anunciou a compra da Curv, uma empresa de infraestrutura em nuvem para armazenamento de ativos digitais. Temos também o fato de que cada vez mais bitcoins estão sendo vendidos em corretoras, indicando que até mesmo os varejistas estão positivos em relação ao ativo digital.

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Matheus Henrique
Fã do Bitcoin e defensor de um futuro descentralizado. Cursou Ciência da Computação, formado em Técnico de Computação e nunca deixou de acompanhar as novas tecnologias disponíveis no mercado. Interessado no Bitcoin, na blockchain e nos avanços da descentralização e seus casos de uso.

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