
(Foto/Reprodução)
Após dois anos ofertando criptomoedas para investidores no Brasil por meio da fintech Toro, o Santander expandirá a função para toda a sua base de clientes diretamente no seu aplicativo já neste mês de maio de 2026.
As opções para que os investidores negociem são: Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH), Polygon (POL), Litecoin (LTC), Algorand (ALGO), Avalanche (AVAX), Cardano (ADA), Polkadot (DOT), Solana (SOL) e a stablecoin USDC.
Com a mudança para a Santander Corretora, a oferta passa agora para clientes Santander de todo o país, marcando a entrada de mais um banco no mercado cripto.
Conforme anunciado pelo Livecoins, o Santander Corretora anunciou a fusão da marca Toro no final de 2025, quando o executivo Evandro Vieira confirmou a informação publicamente.
Após o anúncio da fusão das marcas, o Santander organizou o CNPJ 12.455.479/0001-30 para operar com bitcoin e criptomoedas, que será a empresa registrada perante o Banco Central do Brasil.
Com capital social de R$ 283.299.721,27, a operação começa atendendo às exigências mínimas de capital do regulador, conforme apurado pela reportagem. Além disso, a empresa Santander Investimentos Sociedade Prestadora de Servicos de Ativos Virtuais SA já se registra como uma SPSAV, deixando claro a expansão do produto cripto no país.
“Na Santander, nossa oferta de criptomoedas é construída dentro do mesmo framework de governança, risco e conformidade que protege os ativos tradicionais dos nossos clientes. O mesmo Santander que protege as economias dos nossos clientes também apoia sua exposição às criptomoedas – ajudando a proteger tanto nossos clientes quanto a integridade do mercado financeiro“, disse Vieira em dezembro em sua rede social.
No final de 2025, o banco ainda procurou um gerente focado na área de criptomoedas para liderar a expansão, que agora em 2026 cresce para toda a base de clientes.
Vale lembrar que vários bancos e fintechs ofertam criptomoedas há alguns anos, mas o Banco Central do Brasil começou um processo mais rigoroso após a entrada em vigor da Lei nº 14.478/2022. Assim, os bancos ampliam a presença no caminho regulado após anos de embates contra corretoras cripto.