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Uso de criptomoedas para pagamentos cresce no Brasil com o Binance Pay

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O Bitcoin e outras criptomoedas se tornaram um dos melhores investimentos da última década. No entanto, o uso desses ativos como forma de pagamento está crescendo, inclusive no Brasil.

Um relatório da Binance destaca que os pagamentos com QR Code em criptomoedas tiveram um crescimento de 77% em número de transações e 76% em volume entre março e abril de 2026 na América Latina.

Entre fevereiro e março, eles já haviam aumentado 44% e 42%, respectivamente, mostrando que isso não é uma moda passageira.

Brasileiros já estão acostumados com QR Code, diz Binance

Embora boa parte da indústria esteja focada em cartões, a Binance destaca que o brasileiro já está acostumado a realizar pagamentos com QR Code, o que facilita a experiência de uso do Binance Pay.

O serviço permite pagamentos com mais de 100 criptomoedas, incluindo Bitcoin, Ethereum, USDT, USDC e BNB. Além disso, caso o investidor tenha mais de uma criptomoeda em sua carteira, o Binance Pay também oferece a opção de selecionar em qual ordem elas serão debitadas.

Já o comerciante recebe em reais, sem precisar se preocupar com a conversão de moedas.

Um estudo publicado pela Chainalysis em 2025 revela que o Brasil aparece na 5ª posição no Índice de Adoção de Criptomoedas, ficando atrás somente de Índia, EUA, Paquistão e Vietnã.

A solução do Binance Pay funciona com o Pix. Sendo assim, o comerciante não precisa ter uma conta na Binance.

Segundo a Binance, as três categorias mais utilizadas por brasileiros são supermercados, aplicativos de alimentação e farmácia. Ou seja, o uso de criptomoedas são para compras do dia a dia.

Indo além, o aplicativo também permite o envio de criptomoedas para amigos e familiares, bastando digitar o ID da Binance, e-mail ou número de telefone do destinatário.

Binance planeja expansão do Binance Pay para mais de 10 países

Com o sucesso da adoção do Binance Pay no Brasil, a Binance também planeja expandir o serviço de pagamentos via QR Code com criptomoedas para mais de 10 países da América Latina e Ásia até o terceiro trimestre de 2026.

O diferencial do modelo é o uso de soluções já existentes localmente, sem precisar criar uma infraestrutura do zero.

A projeção da corretora é que o volume de pagamentos com criptomoedas alcance a marca de US$ 8 trilhões até 2029.

A solução pode ser útil para investidores que desejam manter reservas em criptomoedas atreladas ao dólar, ou então em criptomoedas mais voláteis, como o Bitcoin, mas sempre disponíveis para gastos diários.

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Henrique HK

Formado em desenvolvimento web há mais de 20 anos, Henrique Kalashnikov encontrou-se com o Bitcoin em 2016 e desde então está desvendando seus pormenores. Tradutor de mais de 100 documentos sobre criptomoedas alternativas, também já teve uma pequena fazenda de mineração com mais de 50 placas de vídeo. Atualmente segue acompanhando as tendências do setor, usando seu conhecimento para entregar bons conteúdos aos leitores do Livecoins.

Autor:
Henrique HK