Davos pode impactar blockchain? Bolsonaro

A Conferência de Davos na Suíça como é popularmente conhecida (o nome correto é World Economic Forum – WEF), começou suas apresentações no último dia 22 de janeiro, no evento que vai até o próximo dia 25.

O motivo da reunião de 2019, que envolve líderes de empresas e de países, é discutir sobre a globalização no mundo, e os efeitos potenciais da mesma na vida das pessoas pelo globo, assim como conversar sobre clima e participar de boas festas.

Na edição 2019, que é chamada de Globalização 4.0, os líderes estão a buscar uma convergência sobre a temática de novas tecnologias que podem impactar a economia nos próximos anos, como a Blockchain, Inteligência Artificial (IA), Internet das Coisas (IoT) e Data Science, que têm a possibilidade de criar inovações, mas também ameaças ao mundo.

O atual diretor-executivo da Microsoft, Satya Nadella, disse no dia 22 que “nós estamos em momento crítico da história, em que o impacto das inovações tecnológicas serão sentidas em todos os cantos do mundo, na economia e nas sociedades. A tecnologia digital está inclusa no mundo atual, e com isso, os países devem lutar para melhorar o setor da tecnologia em seus territórios”.

No site oficial da conferência, vários temas foram discutidos sobre blockchain nos últimos tempos, e considera-se o tema seja relevante em uma edição sobre globalização, que envolve redes e tecnologias emergentes que fazem parte do movimento de união do mundo.

Visto isso, no último dia 22 a Consensys, uma iniciativa ligada a Ethereum, entrevistou a chefe de blockchain do Fórum, Sheila Warren, que afirmou que “vemos a blockchain como fundamental para a revolução industrial”.

Sheila disse que em 2018 a pauta cripto em Davos estava muito mais em alta, e neste ano acredita que os assuntos quentes na edição 2019 serão stablecoins, moedas fiat digitais, moedas digitais feitas por Banco Centrais, identidade digital com blockchain e cadeia de suprimentos.

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A chefe de Blockchain do Fórum Econômico Mundial disse que, em sua opinião, a Ásia é a região da qual a blockchain, e talvez todas as tecnologias emergentes, estão tendo o maior destaque, como Japão, China, Índia e Cingapura.

Apesar disso, em uma possível pauta do tema, a tendência é que as blockchains privadas tenham mais destaque do que as públicas na cúpula, o que faria com que o impacto desta edição do WEF não seja ruim para o mercado cripto do ponto de vista de regulamentação.

Mas do ponto de vista adoção por entes governamentais, e isso pode ter impacto em empresas, é péssimo saber que as DLTs estão em alta e talvez sendo preferidas em relação às redes públicas. Do ponto de vista de Satoshi Nakamoto nada disso importa, afinal as criptomoedas como Bitcoin são descentralizadas e feitas para funcionar independente de empresas e governos.

Dentre os países que enviaram representantes, o Brasil foi com uma comitiva incluindo o presidente Jair Bolsonaro, ministro Sérgio Moro e outros mais, sendo considerada a maior da América do Sul. Este é o primeiro compromisso oficial no exterior do presidente.

Apesar da importância do debate da globalização, e de uma possível pauta da blockchain no evento, grandes líderes não foram para o local, como o presidente dos EUA, da Rússia, da China e Inglaterra, o que faz essa edição do WEF uma das “mais vazias” e do qual se esperava um posicionamento mais claro sobre o tema vindo das grandes potências, principalmente após vários casos de governos que não estão a favor das criptomoedas.

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