Ethereum faz aniversário em meio à crise

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No último dia 22 de julho a comunidade Ethereum (ETH) comemorou uma data importante para a rede. Entretanto, o aniversário aconteceu em meio à crise que a rede tem passado.

Um dos pontos fundamentais da rede Ethereum hoje está sendo a adoção de sua tecnologia. Além disso, a Ethereum tem tido uma desvalorização grande frente ao Bitcoin em 2019. Por fim, há riscos quanto a segurança da rede Ethereum em ataques 51%.

Ethereum faz cinco anos desde deu ICO (Oferta de Moedas Iniciais)

Certamente a rede Ethereum é uma das mais importantes do criptomercado ainda em 2019. Isso porque, além de ser a segunda maior criptomoeda em market cap, segue tendo grande participação no desenvolvimento da criptoeconomia.

Esta rede possui várias opções que a colocam de forma diferente do Bitcoin quanto tecnologia. O maior desejo dos fundadores da Ethereum, desde seu início, é certamente criar um computador mundial. Para isso, possibilita a criação de contratos inteligentes e aplicativos descentralizados (dApps). Além disso, é possível utilizar esta rede para transações financeiras pelo mundo com o token ETH.

A Consensys, entidade ligada a comunidade Ethereum, comemorou os cinco anos do ICO do Ethereum. Isso porque, com a ação, a Ethereum foi uma das primeiras redes a serem criada com financiamento coletivo pela comunidade. Este financiamento coletivo, conhecido como ICO, é também uma das forças da rede Ethereum.

Além disso, no estudo da Consensys a Ethereum é a segunda maior blockchain em uso por empresas. Ficando atrás apenas da Hyperledger, a Ethereum é uma das maiores do mundo.

Mesmo de aniversário, crise não se afastou da rede Ethereum

O aniversário pode ser uma data importante para lembrar a Ethereum sobre seu projeto, mas não afasta a crise instalada. A moeda está sob forte desconfiança da comunidade sobre a escalabilidade. A proposta da Plasma inclusive tem ganhado força para resolver esse problema.

Entretanto, segundo a Longhash, a rede Ethereum corre sérios riscos de um ataque 51%. Isso porque o hashrate (poder computacional que faz a segurança da rede) caiu 42% desde sua alta histórica (ATH).

Com isso, a rede Ethereum poderia estar seriamente comprometida caso a possibilidade se torne um fato. Cabe o destaque que, segundo a Longhash, o ataque 51% no Bitcoin custaria cerca de U$ 850 mil por hora. Entretanto, na rede Ethereum custaria apenas U$ 100 mil o mesmo período.

Finalmente, a possível falta de segurança da rede, aliado a problemas em resolver a escalabilidade tem forçado uma desvalorização da Ethereum. Frente ao Bitcoin (par ETH/BTC), o Ethereum já se desvalorizou cerca de 46% no ano. Além disso, sua dominância no criptomercado caiu de 11% para pouco mais de 8% em 2019.

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Gustavo Bertoluccihttps://github.com/gusbertol
Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.
Imagem: Reprodução Youtube, Cointelegraph

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